Por que novamente o setor de privacidade, os irmãos que fizeram empréstimos para shortear ZEC estão bem?



O Bitcoin ainda não saiu do lamaçal, mas o setor de privacidade já explodiu.

Nas últimas 24 horas, NIL subiu 33%, DASH subiu 20,5%, ZEC subiu 17,35%, chegando a ultrapassar US$ 688 em um momento. E há pouco mais de uma semana, ZEC ainda estava perto de US$ 320. Em menos de 10 dias, dobrou de valor, sofreu uma grande correção, voltou a subir, essa velocidade e volatilidade parecem o Lobo Mau do mercado de cripto.

Aquele irmão que fez empréstimo para shortear ZEC, está bem?

Na última grande alta do ZEC, um irmão postou uma foto mostrando que havia feito um empréstimo de 200 mil para shortear, acredito que muitos viram.

Já disse antes: o ZEC no final vai fazer 90% dos teimosos falirem. Não porque seja ruim, exatamente o contrário, porque é muito agressivo. Sua alta volatilidade, não é suportável por qualquer um.

Por que o setor de privacidade está "explodindo" novamente?

Essa rodada de alta coletiva das moedas de privacidade, na superfície, parece ser uma "rotação de fundos" — o Bitcoin oscilando entre US$ 76 mil e US$ 78 mil, com parte do capital saindo de ativos tradicionais e migrando para o setor de privacidade. Mas a razão mais profunda é muito mais complexa.
A primeira camada é a narrativa da "ameaça quântica".

A ameaça da computação quântica aos sistemas de criptografia atuais já não é ficção científica. E o Zcash está fazendo algo: planeja lançar uma carteira quântica em um mês, com o objetivo de alcançar resistência quântica total em 12 a 18 meses. Em outras palavras, enquanto o Bitcoin ainda discute "e se houver ataque quântico", o ZEC já está reforçando suas defesas. Essa narrativa está sendo aceita pelo mercado.

A segunda camada é a mitigação da pressão regulatória.
A SEC dos EUA encerrou a investigação contra a Fundação Zcash, sem tomar ações legais. Essa notícia impulsionou o ZEC em 12% em um único dia. Com o "afrouxamento" regulatório, a demanda reprimida por moedas de privacidade começa a se liberar.

A terceira camada é o crescimento do uso real.
O pool de privacidade do Zcash (ZEC totalmente privado) atualmente detém 30% da oferta circulante, atingindo um recorde histórico. Isso não é especulação, há pessoas realmente usando.

Esses três fatores juntos formam a lógica de alta do setor de privacidade nesta rodada. DASH sobe 12%, Monero acompanha, ZEC lidera — esse setor está contando uma história independente sob a sombra da baixa do Bitcoin.
Depois de US$ 680, onde está o teto do ZEC?

Após ultrapassar US$ 688, a dúvida de todos é: ainda pode subir? Vai desabar tudo?

No aspecto técnico, o ZEC já quebrou a resistência de US$ 560, e os analistas apontam os próximos objetivos em US$ 625 e US$ 680. US$ 680 já foi atingido, e depois? Alguns veem US$ 800, outros US$ 1.000. Mas recomendo que você se acalme e olhe para outro conjunto de dados.

Os contratos futuros de ZEC com posições em aberto aumentaram para cerca de US$ 1,23 bilhão nas últimas 24 horas, com alta de 35%. O que isso significa?

Fundos alavancados estão entrando de forma frenética.

E a alavancagem é sempre uma faca de dois gumes — ela pode impulsionar a alta, mas também tornar a queda mais brutal.

Olhe também para o "maior short de ZEC", que, embora tenha fechado uma posição vendida de US$ 5 milhões, ainda mantém cerca de US$ 8,02 milhões em posições vendidas de ZEC, com uma perda flutuante de aproximadamente US$ 117 mil. Ou seja,

Ainda há quem aposte na queda. Os lados comprador e vendedor estão em uma batalha acirrada perto de US$ 680, e o resultado ainda não está definido.
E sobre a possibilidade de tudo desmoronar — a história das moedas de privacidade nos ensina que, após cada alta, há uma queda. Mas o ZEC tem particularidades: possui casos reais de uso, investimentos institucionais (a Multicoin Capital revelou possuir uma quantidade "considerável" de ZEC), e uma narrativa de resistência quântica de longo prazo. Pode recuar, mas a probabilidade de zerar seu valor é muito menor do que a de tokens meme puramente especulativos.

O Bitcoin saiu do lamaçal?

Vamos falar do líder.
Hoje, o Bitcoin chegou a US$ 78 mil, parecendo uma recuperação. Mas não comemore ainda, a faixa entre US$ 76 mil e US$ 78 mil é a verdadeira "linha de vida" ou morte. US$ 74 mil a US$ 76 mil foram as principais zonas de suporte nos últimos dois anos, se esse nível não segurar, o próximo suporte é em US$ 72 mil, e abaixo disso, a marca psicológica de US$ 70 mil.

O que preocupa ainda mais é o cenário macroeconômico. O relatório da reunião do Federal Reserve de abril foi divulgado, e os participantes ainda veem a inflação em níveis elevados, enquanto a situação no Oriente Médio aumenta a incerteza econômica. Há até rumores de que, se a guerra com o Irã continuar e a inflação subir, o Fed pode considerar novas altas de juros.

De um lado, as moedas de privacidade em alta, do outro, o Bitcoin caminhando na beira do precipício.
Essa divisão está se tornando a nova normalidade do mercado de criptomoedas até 2026. Quando os fundos institucionais recuarem e a pressão macro aumentar, o capital tende a migrar para os setores "com histórias para contar", mesmo que sejam nichos menores.

Não sabemos quanto tempo essa "explosão" do setor de privacidade vai durar. Mas uma coisa é certa:

No mercado, o mais perigoso não é fazer short, mas aqueles que acham que podem prever o topo e o fundo.
ZEC13,88%
BTC0,6%
NIL20,04%
DASH11,98%
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