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#世界杯冠军预测 As seleções que ficaram entre as 4 primeiras no ranking FIFA garantiram vaga nas semifinais da Copa do Mundo: quem vai erguer a Taça Jules Rimet? Se a Espanha vencer, três grandes “maldições” seguem valendo
Na manhã de 12 de julho (horário de Pequim), todas as partidas das quartas de final da Copa do Mundo de 2026 (Canadá, EUA e México) chegaram ao fim. A Argentina venceu o “Time da Cruz” por 3-1, alcançando pela 7ª vez a semifinal do Mundial. Com isso, as 4 seleções semifinalistas desta edição já estão definidas: três grandes equipes europeias e uma força sul-americana — França, Espanha, Inglaterra e Argentina, que derrotaram Marrocos, Bélgica, Noruega e Suíça, respectivamente, pelos placares de 2-0, 2-1, 2-1 e 3-1. O ranking mundial da FIFA para essas 4 equipes é, respectivamente, 3º, 2º, 4º e 1º — exatamente as equipes que ocupam o top 4 do mundo. Então, qual seleção tem mais chances de erguer a Taça Jules Rimet?
Pelas 4 partidas das quartas de final, a França foi a que venceu com mais facilidade: 2-0 sobre o Marrocos, da 7ª posição do ranking FIFA. Se não fosse o pênalti cobrado por Mbappé, que ele mesmo desperdiçou, ao ser defendido pelo goleiro Bounou, a tendência é que este jogo das quartas terminasse provavelmente em 3-0. A França já chegou 7 vezes à semifinal, e em 4 dessas vezes foi à final. Nesta Copa, na fase decisiva foram 6 jogos e 6 vitórias, com 16 gols marcados e 2 sofridos — e, sem dúvida, é a única que não sofreu gol nas quartas de final, tornando-se o maior favorito ao título.
A Espanha e a Inglaterra também venceram pelo mesmo placar de 2-1, batendo a Bélgica (9ª do ranking) e a Noruega (31ª do ranking). Mas o que diferencia a Espanha da Inglaterra é que, no tempo regulamentar, a Espanha venceu e avançou — com gols de 1 em cada tempo de Ruiz e Merino, sob o comando de De la Fuente. Esta é a 3ª vez que a Espanha chega às semifinais de uma Copa do Mundo: em 1950 ficou com o 4º lugar, em 2010 foi campeã — na ocasião, a semifinal foi 1-0 sobre a Alemanha e a final 1-0 contra a Holanda. Já a Inglaterra conseguiu um resultado mais sofrido: o tempo regulamentar terminou 1-1; na prorrogação, com um desempenho brilhante de Bellingham, venceu a Noruega por 2-1.
A atual campeã Argentina é a única seleção da América do Sul entre as 4, com a vitória por 3-1 sobre a Suíça nas quartas de final. A partida também teve 120 minutos: aos 10 minutos, Messi deu assistência para McAllister abrir o placar. A Suíça, com Ndoye, empatou aos 67 minutos, e o 1-1 se manteve até o fim do tempo regulamentar. No meio do caminho, Embolo recebeu 2 cartões amarelos e foi expulso, e a Suíça passou a atuar com um a menos a partir dos 73 minutos. Lopes, aos 112 minutos, deu assistência para Alvarez marcar; Lautaro, aos 121 minutos, fez o 3º gol que definiu o resultado. Assim, a Argentina conseguiu a classificação na prorrogação, mesmo pagando o preço de 4 cartões amarelos.
Na prática, foi Scaloni que tirou a Suíça do caminho para classificar a Argentina — e este foi o 5º acesso da equipe à semifinal de Copa do Mundo em sua história. Em 1930, na semifinal, venceu os EUA por 6-1 e, na final, ficou com o vice-campeonato ao perder para o Uruguai por 2-4. Em 1986, semifinal 2-0 para a Bélgica e título da Alemanha Ocidental na final por 3-2. Em 1990, semifinal 1-1 com a Itália; nos pênaltis, vitória por 4-3 para avançar; na final, derrota por 0-1 para a Alemanha Ocidental, ficando com o vice. Em 2014, semifinal 0-0 com a Holanda; nos pênaltis, vitória por 4-2 para avançar; na final, derrota por 0-1 para a Alemanha, novamente com o vice. E, nos pênaltis, ainda eliminou a Holanda em 2022, ao vencer a Croácia por 3-0. Em 1978, como não havia semifinal na Copa, a Argentina conquistou o título em 1978, 1986 e 2022 — e foi vice em 1930, 1990 e 2014 (3 vezes). Nas semifinais da Copa de 2026, é a primeira vez desde que a FIFA (FIFA) lançou seu sistema de ranking, em 1992, que uma vaga nas semifinais é ocupada inteiramente por equipes que pertencem ao top 4 do mundo.
Os confrontos das semifinais desta Copa serão: na madrugada de 15 de julho (horário de Pequim), França (3º no ranking mundial) vs. Espanha (2º). Na madrugada de 16 de julho, Inglaterra (4º) vs. Argentina (1º). Então, quem vai avançar até a final e levantar o troféu?
Sobre França vs. Espanha: nos últimos 12 confrontos entre as duas equipes, a Espanha leva vantagem: 3 vitórias, 1 empate e 8 derrotas para a França, em desvantagem. Dessas 12 partidas, apenas uma foi na fase de decisão de uma Copa do Mundo: 28 de junho de 2006, nas oitavas de final, quando a França venceu a Espanha por 3-1. A última vez que a França derrotou a Espanha foi em 11 de outubro de 2021, na final da Liga das Nações, por 2-1. A outra vitória francesa foi em amistoso de setembro de 2014, 1-0. Em outubro de 2012, as equipes empataram 1-1 em um confronto oficial; nos demais jogos (sejam oficiais ou amistosos), a Espanha foi a vencedora: três partidas por 2-0, duas por 2-1 e uma por 1-0. O confronto mais recente foi nas semifinais da Liga das Nações da UEFA da divisão A, em junho de 2025: Espanha 5-4 França. Na marca dos 55 minutos, a Espanha já vencia por 4-0; a França só empatou para 1-4 aos 59 minutos. Vale destacar que, somando os gols contra de oponente, a França virou 4 gols em 35 minutos.
Sobre Inglaterra vs. Argentina: nos últimos 8 confrontos, a Inglaterra tem 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, com leve vantagem. Três desses jogos foram amistosos; o confronto mais recente foi um amistoso em novembro de 2005, quando a Inglaterra venceu a Argentina por 3-2. Além disso, há mais 2 amistosos com empates: 0-0 e 2-2. As outras 5 partidas ocorreram na fase decisiva de Copa do Mundo: na Copa de 1962, pela fase de grupos, Inglaterra venceu a Argentina por 3-1; na Copa de 1966, quartas de final, Inglaterra 1-0 Argentina; na Copa de 1986, quartas de final, Inglaterra 1-2 Argentina; na Copa de 1998, quartas de final, Inglaterra 2-2 Argentina (disputa de pênaltis 3-4); e na Copa de 2002, fase de grupos, Inglaterra 1-0 Argentina.
Com a Copa do Mundo chegando às semifinais, pelo que se observa dos “maldições” históricas, o campeão começa a aparecer.
1、Um técnico estrangeiro nunca levantou a Taça Jules Rimet. Esta “lei dos campeões do século”, que começou em 1930, vem acontecendo com a “configuração” mística de que apenas equipes treinadas por técnicos locais conseguem erguer a Taça Jules Rimet — até hoje nenhuma equipe conseguiu quebrar esse “destino”.
Entre as 4 equipes desta Copa, apenas a Inglaterra tem um técnico estrangeiro (o alemão Tuchel). E os técnicos locais estão à frente do comando de França (Deschamps), Espanha (Luis de la Fuente) e Argentina (Scaloni é de dupla nacionalidade, Argentina/Itália).
2、“A Taça Jules Rimet” não consegue fazer uma defesa de título bem-sucedida.
Na verdade, no período da Copa Rei (o troféu anterior, 1930-1970), houve equipes que conseguiram defender com sucesso o título. Por exemplo, nas Copas de 1934/1938, a Itália fez o bicampeonato. Em 1958/1962, o Brasil também defendeu o título. Porém, desde que a “Taça Jules Rimet” passou a ser usada a partir de 1974, nenhuma equipe conseguiu defender o campeonato com sucesso. Campeões anteriores: 1974 Alemanha Ocidental, 1978 Argentina, 1982 Itália, 1986 Argentina, 1990 Alemanha Ocidental, 1994 Brasil, 1998 França, 2002 Brasil, 2006 Itália, 2010 Espanha, 2014 Alemanha, 2018 França e 2022 Argentina.
3、Campeão difícil para quem venceu as 3 partidas da fase de grupos (desde a Copa de 2002).
Na prática, esta regra também é um fenômeno que surgiu apenas nos últimos 20 anos. Em 2002, o Brasil levantou a Taça Jules Rimet e, na fase de grupos, fez 3 vitórias em 3 jogos: 2-1 na Turquia, 4-0 na China e 5-2 na Costa Rica. A partir daí, todas as equipes que levantaram o troféu passaram a deixar escapar pontos na fase de grupos. Por exemplo, em 2006 a Itália, em 2010 a Espanha, em 2014 a Alemanha e em 2018 a França fizeram 2 vitórias e 1 empate na fase de grupos; em 2022, a Argentina foi 2 vitórias e 1 derrota. Nesta Copa, as seleções que fizeram 3 vitórias em 3 jogos na fase de grupos foram México, França e Argentina: o anfitrião México já tinha sido eliminado, e depois as duas outras avançaram até as semifinais. A Espanha e a Inglaterra tiveram campanha de 2 vitórias e 1 empate. E, entre essas 4 equipes, o histórico de títulos é: Argentina 3 vezes (1978, 1986 e 2022), França 2 vezes (1998 e 2018), Inglaterra 1 vez (1966) e Espanha 1 vez (2010).
Se a “maldição centenária” da Copa do Mundo será quebrada ou não, depende de quem for o campeão que levantar a Taça Jules Rimet: França, Argentina ou Inglaterra. Ou então as “maldições” continuam!
No dia 12 de julho, pela manhã (horário de Pequim), todas as partidas das semifinais de 1/4 de final do Mundial 2026 (EUA, Canadá e México) foram concluídas. A Argentina venceu o “time dos cruzados” por 3-1 e chegou pela 7ª vez às semifinais da Copa do Mundo. Com isso, o top 4 desta edição já está definido: 3 gigantes europeus e 1 força sul-americana. França, Espanha, Inglaterra e Argentina venceram, respectivamente, Marrocos, Bélgica, Noruega e Suíça pelos placares de 2-0, 2-1, 2-1 e 3-1. As classificações mundiais da FIFA dessas 4 equipes são: 3º, 2º, 4º e 1º — exatamente as equipes do top 4 do ranking mundial. Então, qual equipe tem chances de levantar a Taça Jules Rimet?
Nas 4 partidas de 1/4 de final, a França venceu com mais facilidade: 2-0 sobre Marrocos, que era o 7º no ranking da FIFA. Se não fosse o pênalti cobrado diretamente pelo próprio Mbappé, que foi defendido pelo goleiro Bounou, é bem provável que o placar desse 1/4 de final fosse 3-0. A França já chegou 7 vezes às semifinais, esteve em 4 finais, e nesta Copa do Mundo, na fase final, fez 6 jogos e 6 vitórias, com 16 gols marcados e 2 sofridos. É a única equipe que, nas quartas de final, não sofreu nenhum gol — tornando-se, sem dúvida, a maior favorita ao título.
Tanto a Espanha quanto a Inglaterra avançaram com o mesmo placar, 2-1, contra Bélgica (9º no ranking mundial) e Noruega (31º), respectivamente. A diferença entre a Espanha e a Inglaterra é que a equipe espanhola venceu e garantiu a classificação no tempo normal. Com o comando de De la Fuente, Ruiz e Merino marcaram 1 gol cada no fim do primeiro e no início do segundo tempo. Esta foi a 3ª vez que a Espanha chegou ao top 4 da Copa do Mundo: em 1950, ficou com o 4º lugar; em 2010, foi campeã. Naquela ocasião, na semifinal, venceu a Alemanha por 1-0, e na final superou a Holanda por 1-0. Já a Inglaterra venceu de forma mais sofrida: o tempo normal terminou 1-1; na prorrogação, com o desempenho decisivo de Bellingham, venceu a Noruega por 2-1.
A campeã defensora, a Argentina, é a única equipe sul-americana entre os 4. No 1/4 de final, venceu a Suíça por 3-1. A partida “Ar-Ri” também teve 120 minutos: Messi deu assistência para McAllister abrir o placar logo aos 10 minutos. Ndoey marcou o gol de empate para a Suíça aos 67 minutos, e o placar 1-1 se manteve até o fim do tempo normal. Durante o jogo, Embolo recebeu 2 amarelos e foi expulso; a Suíça passou a jogar com um a menos a partir dos 73 minutos. Aos 112 minutos, López deu assistência para Álvarez marcar. Lautaro marcou aos 121 minutos o 3º gol, que travou o placar. A Argentina conseguiu a classificação na prorrogação apesar de pagar o preço com 4 cartões amarelos.
Na verdade, foi Scaloni quem conduziu a equipe para eliminar a Suíça e chegar às semifinais, representando a 5ª vez na história da Argentina a chegar às semifinais de uma Copa do Mundo. Em 1930, nas semifinais, ganhou dos EUA por 6-1 e, na final, perdeu por 2-4 para o Uruguai, ficando como vice-campeã. Em 1986, nas semifinais, venceu a Bélgica por 2-0 e, na final, venceu a Alemanha Ocidental por 3-2 e foi campeã. Em 1990, nas semifinais, empatou 1-1 com a Itália, venceu nos pênaltis por 4-3 e avançou; na final, perdeu para a Alemanha Ocidental por 0-1 e ficou como vice. Em 2014, nas semifinais, empatou 0-0 com a Holanda, venceu nos pênaltis por 4-2 e avançou; na final, perdeu para a Alemanha por 0-1 e ficou como vice. A Argentina também eliminou a Holanda nos pênaltis e, em 2022, venceu a Croácia por 3-0. E em 1978, como a Copa do Mundo não teve semifinais, a Argentina conquistou o título em 1978, 1986 e 2022 — e foi vice-campeã em 1930, 1990 e 2014, somando 3 vice em cada uma dessas edições. Nas semifinais da Copa do Mundo 2026, que é a primeira vez desde que a FIFA (FIFA) lançou o sistema de ranking em 1992 que uma vaga do top 4 foi ocupada exclusivamente pelas equipes do top 4 do ranking mundial.
Os confrontos das semifinais desta Copa do Mundo serão: em 15 de julho, madrugada de Pequim, França (3º no ranking mundial) vs Espanha (2º no ranking mundial); em 16 de julho, madrugada de Pequim, Inglaterra (4º no ranking mundial) vs Argentina (1º no ranking mundial). Então, quem consegue chegar à final e conquistar o título?
Sobre França vs Espanha: nas últimas 12 partidas entre as equipes, a Espanha leva vantagem com 3 vitórias, 1 empate e 8 derrotas para a França — ou seja, a França está em desvantagem. Dessas 12 confrontos, apenas um foi em fase de decisão de Copa do Mundo: em 28 de junho de 2006, pelas oitavas de final, França 3-1 Espanha. A última vez que a França venceu a Espanha foi em 11 de outubro de 2021, na final da Liga das Nações, por 2-1. Outra vitória francesa ocorreu em setembro de 2014, em amistoso, por 1-0. Em outubro de 2012, o confronto oficial terminou 1-1; nas outras competições (seja em jogo oficial ou amistoso), a Espanha foi a equipe vencedora: 3 partidas por 2-0, 2 partidas por 2-1 e 2 partidas por 1-0. O confronto mais recente foi na semifinal da Liga das Nações da UEFA da categoria A em junho de 2025: Espanha 5-4 França; no 55º minuto, a Espanha estava vencendo por 4-0, e a França só conseguiu descontar no 59º minuto, reduzindo para 1-4. Vale destacar que, somando o gol contra do próprio adversário, a França conseguiu empatar 4 gols em 35 minutos.
Sobre Inglaterra vs Argentina: nos últimos 8 confrontos, a Inglaterra tem 4 vitórias, 2 empates e 2 derrotas — ligeira vantagem. Entre esses jogos, há 3 amistosos; o mais recente foi em novembro de 2005, quando a Inglaterra venceu por 3-2 a Argentina. Além disso, há 2 empates em amistosos: 0-0 e 2-2. As outras 5 partidas foram na fase decisiva da Copa do Mundo: na Copa do Mundo de 1962, pela fase de grupos, Inglaterra 3-1 Argentina; em 1966, pelas quartas de final, Inglaterra 1-0 Argentina; em 1986, pelas quartas de final, Inglaterra 1-2 Argentina; em 1998, pelas quartas de final, Inglaterra 2-2 Argentina (disputa de pênaltis: 3-4); em 2002, pela fase de grupos, Inglaterra 1-0 Argentina.
Com a Copa do Mundo prestes a entrar nas semifinais, olhando para as “maldições” históricas do Mundial, o campeão começa a aparecer.
1) Técnicos estrangeiros nunca levantaram a “Taça Jules Rimet”. Essa “lei centenária do campeão” existe desde 1930: até hoje, a regra miraculosa sempre se repetiu, com apenas equipes treinadas por técnicos locais sendo capazes de levantar a Taça Jules Rimet; nenhuma equipe conseguiu quebrar esse “destino”.
Entre as 4 equipes desta Copa do Mundo, apenas a Inglaterra tem comando de técnico estrangeiro (o alemão Tuchel). E os técnicos locais são: França (Deschamps), Espanha (Luis de la Fuente) e Argentina (Scaloni é de dupla nacionalidade: Argentina/Itália).
2) A “Taça Jules Rimet” não consegue ser defendida com sucesso.
De fato, na era da Copa das Nações? (antiga taça 1930-1970), houve equipes que conseguiram defender o título: por exemplo, nas Copas de 1934/1938, a Itália conseguiu a sequência de títulos; nas Copas de 1958/1962, o Brasil conseguiu defender. Porém, desde que a “Taça Jules Rimet” foi adotada em 1974, nenhuma equipe conseguiu defender com sucesso. Campeões em cada edição: 1974 Alemanha Ocidental, 1978 Argentina, 1982 Itália, 1986 Argentina, 1990 Alemanha Ocidental, 1994 Brasil, 1998 França, 2002 Brasil, 2006 Itália, 2010 Espanha, 2014 Alemanha, 2018 França, 2022 Argentina.
3) Times que vencem 3 jogos em 3 na fase de grupos têm dificuldade para conquistar o título (desde a Copa de 2002).
Na verdade, essa regra também só se tornou um “fenômeno” nos últimos 20 anos. Em 2002, o Brasil levantou a Taça Jules Rimet: na fase de grupos, fez 3 vitórias em 3 jogos, com 2-1 contra a Turquia, 4-0 contra a China e 5-2 contra a Costa Rica. A partir daí, as equipes que levantaram a taça passaram a perder pontos na fase de grupos. Por exemplo, em 2006 (Itália), 2010 (Espanha) e 2014 (Alemanha), 2018 (França), todas fizeram 2 vitórias e 1 empate nos grupos; em 2022, a Argentina fez 2 vitórias e 1 derrota. E nesta Copa do Mundo, na fase de grupos, as equipes com 3 vitórias em 3 jogos foram México, França e Argentina. O México, anfitrião, já foi eliminado cedo, e as outras 2 avançaram ao top 4. A Espanha e a Inglaterra fizeram 2 vitórias e 1 empate nos grupos. Entre essas 4 equipes, as conquistas de título são: Argentina 3 vezes (1978, 1986 e 2022), França 2 vezes (1998 e 2018), Inglaterra 1 vez (1966) e Espanha 1 vez (2010).
Se a “maldição centenária” das Copas do Mundo vai ser quebrada ou não, tudo depende de qual será o campeão: França, Argentina ou Inglaterra — quem vai levantar a Taça Jules Rimet? Ou será que a “maldição” continua!