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#PredictWorldCupWin40000U Sem jogo de “terceiro lugar” sem graça! Gigantes da Inglaterra e da França vão se lançar com tudo, duelo de ataque contra ataque + espetáculo de muitos gols, veja quem vai sorrir por último!
Finalmente chegou a partida mais pura, mais relaxante e mais empolgante desta Copa do Mundo.
Quando todas as dúvidas de título ficam para o palco da final, a decisão de 3º e 4º lugar entre França e Inglaterra, para muita gente, parece um jogo “inofensivo”, uma “pele de galinha” sem impacto. Sem coroação de campeão, sem a pressão máxima de uma final: apenas duas potências que caíram nas semifinais, fechando a Copa com o último prêmio de honra.
Mas quem entende de futebol sabe: este será, com certeza, o jogo mais bonito e mais liberado desta Copa — um duelo de ataque aberto, sem travas.
Sem pressão de errar, sem tática conservadora, sem receio de “se trancar” e passar por conta do sofrimento até o fim. As duas favoritas do torneio tiram as amarras e o único objetivo é jogar bonito, vencer e encerrar a campanha com dignidade.
Às 5h da manhã do dia 19 de julho (horário de Pequim), no estádio Hard Rock, em Miami: uma batalha de gols está prestes a começar.
01 Era para ser a disputa máxima, mas parou nas semifinais
Antes do início desta Copa do Mundo, quase todos os torcedores e a imprensa já colocavam França e Inglaterra, com segurança, entre os três primeiros em suas listas de favoritos. A França, a “Galo de Leitura”, como uma seleção do nível de atual campeã, superava todas as outras em profundidade de elenco. Mbappé em alta, poder ofensivo no limite máximo, meio-campo e linhas bem equilibrados na hora de atacar e defender: foi avançando, passando por cima de adversários, despachando todo mundo no grupo. No mata-mata, seguiu de forma firme, garantindo a classificação. E todos acreditavam que o time de Deschamps era o principal candidato ao título. Só que, na semifinal contra a Espanha, o ataque apagou e a defesa falhou: derrota amarga, adeus definitivo ao palco do campeonato.
O mesmo aconteceu com a Inglaterra. A Inglaterra também tinha um elenco “de luxo” com Kane, Bellingham e Rice; jogadores jovens com força de impacto; um meio-campo que fazia ataque e defesa; avanços pelas laterais extremamente perigosos. O torneio seguia bem, com o alvo bem claro: bater no ponto mais alto da história do país e mirar no título mundial. Mas a viagem parou na mesma barreira final: nas semifinais. Vontade não faltou, o sonho ficou pelo caminho, e sobrou frustração.
Essas duas equipes, desde o começo, estavam correndo atrás do título. A preparação, o encaixe do elenco e o plano tático giravam 100% em torno da conquista. Ninguém queria parar nas quatro primeiras, e ninguém preparou com antecedência uma final de 3º e 4º lugar. Então, quando o sonho do título quebrou, para elas este jogo de terceiro lugar já não envolve “trade estratégico”; sobra apenas futebol puro e um encerramento digno.
02 Jogo sem pressão, fadado a explodir em ataque contra ataque
Entre todos os mata-matas da Copa do Mundo, a decisão de 3º e 4º lugar sempre teve um nível de entretenimento muito acima da média. Diferente da final, em que cada etapa é calculada, com cautela; diferente das quartas e semifinais, que viram uma briga de vida ou morte e com tolerância quase zero. No jogo de terceiro lugar, não há risco de eliminação, não há pressão por pontos. Não é preciso se fechar para avançar, nem arcar com o custo de uma falha que elimina.
Para França e Inglaterra, a essência deste jogo tem só dois pontos: recuperar a imagem e atualizar o desempenho no torneio.
E é por isso que as duas equipes inevitavelmente vão abandonar o conservadorismo, tirar todas as travas defensivas e partir para o futebol ofensivo. Pela característica dos times, a formação de “muitos gols” já parece praticamente certa.
A França é, por natureza, um time forte no ataque e sólido na defesa, com transições que não costumam ter saída. A velocidade e a capacidade de finalização de Mbappé seguem no topo do futebol. No ataque, os movimentos são ágeis e as formas de finalizar são variadas; mesmo quando a semifinal não esteve do jeito esperado, ele ainda tem a força para mudar o placar a qualquer momento. Além disso, esta também é a despedida de Deschamps no comando da França na Copa: o time inteiro está com sede de vencer, querendo oferecer uma vitória ao treinador principal, que fez história, e o apetite ofensivo supera tudo o que já foi visto.
A Inglaterra também não vai baixar a guarda. O sistema ofensivo dos “Três Leões” nesta Copa já está amadurecido: Kane entrega de forma constante, Bellingham puxa o meio-campo, e as investidas pelas laterais são afiadas. A eficiência de gols por jogo é alta. A única deficiência que sempre aparece é a estabilidade defensiva: no mata-mata, nunca conseguiu zerar adversários, e as brechas defensivas surgem com frequência. Num duelo de honra em que não precisa se trancar para sobreviver, a Inglaterra tem grandes chances de jogar para explorar suas vantagens, evitar o pior e apostar tudo no ataque, compensando a fragilidade defensiva com gols.
O mais importante ainda: as duas equipes viveram semifinais de altíssima intensidade, então o desgaste físico é evidente, e no segundo tempo é muito provável aparecerem relaxamentos defensivos e situações de brecha aberta. Um lado parte para uma pressão forte por iniciativa própria; o outro tem tolerância baixa para erro na defesa. Com esse “duplo impulso”, esta partida com certeza não vai virar um jogo morno de tranca defensiva. Batalha de gols está praticamente definida.
03 Previsão mais “hardcore”: duelo de muitos gols, França forte e fica com o 3º lugar
Deixando a emoção de lado e voltando ao que importa: a balança do resultado neste duelo de ataque contra ataque já inclinou.
Com base no teto do elenco, no momento imediato, na vantagem psicológica e nas condições de preparação, a França leva a melhor.
Primeiro, a França tem maior capacidade individual de craques no nível mais alto. A finalização em ação individual e o impulso de transição ofensiva de Mbappé são a principal arma para quebrar o zero e decidir jogos; o teto individual dele é muito superior ao dos jogadores da frente da Inglaterra.
Segundo, no histórico de confrontos, a França também carrega vantagem psicológica e, diante de uma adaptação tática que combina muito bem com a Inglaterra, consegue lidar melhor. Além disso, a França teve mais um dia de descanso do que a Inglaterra, então chega com melhores condições físicas e de recuperação mental, além de controlar melhor o jogo nos momentos finais. Já a Inglaterra: mesmo com equilíbrio no meio-campo e entrosamento fluido, o principal problema segue sendo a eficiência na finalização. Várias grandes competições já mostraram que os “Três Leões” sabem criar oportunidades, mas muitas vezes desperdiçam; contra uma França com muita solidez e resiliência defensiva, é difícil manter pontuação alta e consistente.
Com o tom tático aberto dos dois lados, ambas as equipes devem marcar. O total de gols na partida não deve ser baixo: não haverá “ziro a zero”, não haverá empate travado. Vai ser um cabo de guerra de ataque e defesa, de resposta para resposta.
Projeção final: festival de muitos gols no jogo inteiro; a França, graças à maior capacidade individual e ao controle melhor nos minutos finais, derrota a Inglaterra e leva o terceiro lugar da Copa do Mundo.