A Rússia está virando as costas para o G7, chamando-o de ultrapassado, e mudando seu foco para BRICS, SCO e G20 como os novos pilares de influência global.
Rússia escolhe BRICS e G20 em vez do 'desatualizado' G7
A Rússia está priorizando os BRICS, a Organização de Cooperação de Xangai (SCO), e o Grupo dos Vinte (G20) em detrimento do Grupo dos Sete (G7), que considera desatualizado, de acordo com Oleg Stepanov, embaixador da Rússia no Canadá. Enfatizando o compromisso de Moscou com a cooperação multilateral por meio de organizações que considera mais relevantes no cenário geopolítico atual, Stepanov foi citado pela Tass como dizendo:
Estamos particularmente focados nas plataformas BRICS, SCO e G20.
Ele descartou qualquer possibilidade de a Rússia voltar ao G7, argumentando que ela não desempenha mais um papel significativo. "A Rússia não tem desejo de se referir a experiências passadas. O que atualmente é referido como G7 é uma plataforma desatualizada. É ingênuo pensar que ela exerce alguma influência nas novas realidades internacionais", disse ele.
O embaixador reafirmou a decisão da Rússia de se envolver com instituições globais que, em sua opinião, oferecem uma abordagem mais equilibrada e inclusiva à governança. "No âmbito da cooperação multilateral, a Rússia fez uma escolha clara a favor de mecanismos genuínos de governança global", afirmou.
Ele também lembrou os eventos de 2014, quando a Rússia presidia o G8 e se preparava para uma cimeira em Sochi antes dos países ocidentais se retirarem da associação após a reunificação da Crimeia com a Rússia. "Seis países ocidentais, juntamente com o Japão, por razões políticas, recusaram-se a participar e anunciaram a sua retirada da associação. Nesse momento, deixou de existir," explicou Stepanov. O grupo, originalmente o G7 antes da adesão da Rússia em 1998, voltou ao seu formato original após a expulsão.
Em vez de procurar voltar ao G7, a Rússia vê maiores oportunidades no BRICS, que inclui grandes economias emergentes, bem como no G20, que reúne tanto nações desenvolvidas quanto em desenvolvimento.
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A Rússia prioriza o BRICS e o G20, chama o G7 de 'desatualizado' e irrelevante
A Rússia está virando as costas para o G7, chamando-o de ultrapassado, e mudando seu foco para BRICS, SCO e G20 como os novos pilares de influência global.
Rússia escolhe BRICS e G20 em vez do 'desatualizado' G7
A Rússia está priorizando os BRICS, a Organização de Cooperação de Xangai (SCO), e o Grupo dos Vinte (G20) em detrimento do Grupo dos Sete (G7), que considera desatualizado, de acordo com Oleg Stepanov, embaixador da Rússia no Canadá. Enfatizando o compromisso de Moscou com a cooperação multilateral por meio de organizações que considera mais relevantes no cenário geopolítico atual, Stepanov foi citado pela Tass como dizendo:
Ele descartou qualquer possibilidade de a Rússia voltar ao G7, argumentando que ela não desempenha mais um papel significativo. "A Rússia não tem desejo de se referir a experiências passadas. O que atualmente é referido como G7 é uma plataforma desatualizada. É ingênuo pensar que ela exerce alguma influência nas novas realidades internacionais", disse ele.
O embaixador reafirmou a decisão da Rússia de se envolver com instituições globais que, em sua opinião, oferecem uma abordagem mais equilibrada e inclusiva à governança. "No âmbito da cooperação multilateral, a Rússia fez uma escolha clara a favor de mecanismos genuínos de governança global", afirmou.
Ele também lembrou os eventos de 2014, quando a Rússia presidia o G8 e se preparava para uma cimeira em Sochi antes dos países ocidentais se retirarem da associação após a reunificação da Crimeia com a Rússia. "Seis países ocidentais, juntamente com o Japão, por razões políticas, recusaram-se a participar e anunciaram a sua retirada da associação. Nesse momento, deixou de existir," explicou Stepanov. O grupo, originalmente o G7 antes da adesão da Rússia em 1998, voltou ao seu formato original após a expulsão.
Em vez de procurar voltar ao G7, a Rússia vê maiores oportunidades no BRICS, que inclui grandes economias emergentes, bem como no G20, que reúne tanto nações desenvolvidas quanto em desenvolvimento.