A Geórgia emergiu recentemente como um dos centros de mineração de criptomoedas de crescimento mais rápido na região. Os principais fatores por trás deste boom são os baixos preços de eletricidade, um ambiente regulatório relativamente favorável e o aumento do interesse em ativos digitais. De acordo com dados oficiais, os mineradores de criptomoedas agora consomem aproximadamente 5% da produção total de eletricidade do país.
Consumo de Energia pelos Mineradores Quase Dobra
A mídia local relata um aumento recorde no uso de eletricidade por centros de dados focados em criptomoedas. O Business Georgia observa que instalações de computação em grande escala—localizadas principalmente nas zonas econômicas livres de Tbilisi e Kutaisi—aumentaram drasticamente seu consumo de energia.
Empresas envolvidas na mineração de criptomoedas triplicaram sua produção em 2025, um desenvolvimento refletido diretamente na maior demanda de energia. Dados da Comissão Reguladora de Energia e Abastecimento de Água da Geórgia (GNERC) mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, essas empresas consumiram 675 milhões de kWh, representando cerca de 5% do uso total de eletricidade do país.
Estimativas regionais sugerem que isso representa um aumento de quase 80% ano a ano, destacando o ritmo extraordinário de expansão do setor.
Por Que a Geórgia Atrai Mineradores de Criptomoedas
Analistas atribuem o crescimento rápido a vários fatores-chave:
🔹 Forte valorização de ativos digitais em 2025
🔹 Preços de eletricidade baixos e estáveis
🔹 Legalização e regulamentação mais clara da mineração
🔹 Uma alta participação de fontes de energia renovável
O Bitcoin atingiu um novo recorde acima de $126.000 em outubro, melhorando significativamente a rentabilidade da mineração. Combinado com energia barata e clareza regulatória, esse ambiente atraiu grandes players, incluindo a gigante de mineração Bitfury, que há muito opera instalações na Geórgia.
Quem Usa Mais Eletricidade
O maior consumidor de energia entre os centros de dados é a AITEC Solution, que utilizou 403 milhões de kWh em sua instalação de Gldani, em Tbilisi. O local já hospedou operações da Bitfury.
O segundo lugar fica para a Texprint Corporation, que opera na Zona Econômica Livre de Kutaisi, com 135 milhões de kWh consumidos. O terceiro é a TFZ Service LLC, com 104 milhões de kWh. Embora a TFZ Service não minera criptomoedas diretamente, ela fornece eletricidade às empresas de mineração que operam na zona industrial de Tbilisi.
Fechando o top cinco estão a ITLab (24,6 milhões de kWh) e a Data Hub (7,2 milhões de kWh).
Aumento na Demanda de Energia Cria Pressão Regional
A Geórgia manteve um regime fiscal favorável para atividades de criptomoedas desde 2019, permitindo tanto a empresas quanto a indivíduos minerar. A legislação adotada em 2023 aumentou a supervisão, mas o país até agora conseguiu gerenciar a demanda crescente—principalmente porque até 80% da produção doméstica de eletricidade provém de hidrelétricas.
Em outras regiões da antiga União Soviética, no entanto, o crescimento rápido da mineração levou a shortages de energia, provocando respostas mais duras do governo:
🔹 A Rússia legalizou a mineração no final de 2024, mas desde então a proibiu em cerca de uma dúzia de regiões
🔹 O Tajiquistão ameaçou multas pesadas e penas de prisão para mineradores ilegais
🔹 Quirguistão fechou todas as fazendas de mineração em novembro, citando déficits de energia no inverno
🔹 Cazaquistão estabilizou a situação ao aumentar as tarifas de eletricidade e reforçar as regulamentações
A Geórgia Ainda Beneficia de um Equilíbrio Delicado
Enquanto muitos países vizinhos enfrentam dificuldades com o impacto energético da mineração de criptomoedas, a Geórgia até agora equilibrou ganhos econômicos, estabilidade energética e supervisão regulatória. Se esse modelo pode se sustentar à medida que o setor continua a expandir permanece uma questão em aberto—ou se a Geórgia eventualmente enfrentará os mesmos desafios que seus pares regionais.
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A mineração de criptomoedas na Geórgia aumenta devido à eletricidade barata e regulamentações favoráveis
A Geórgia emergiu recentemente como um dos centros de mineração de criptomoedas de crescimento mais rápido na região. Os principais fatores por trás deste boom são os baixos preços de eletricidade, um ambiente regulatório relativamente favorável e o aumento do interesse em ativos digitais. De acordo com dados oficiais, os mineradores de criptomoedas agora consomem aproximadamente 5% da produção total de eletricidade do país.
Consumo de Energia pelos Mineradores Quase Dobra A mídia local relata um aumento recorde no uso de eletricidade por centros de dados focados em criptomoedas. O Business Georgia observa que instalações de computação em grande escala—localizadas principalmente nas zonas econômicas livres de Tbilisi e Kutaisi—aumentaram drasticamente seu consumo de energia. Empresas envolvidas na mineração de criptomoedas triplicaram sua produção em 2025, um desenvolvimento refletido diretamente na maior demanda de energia. Dados da Comissão Reguladora de Energia e Abastecimento de Água da Geórgia (GNERC) mostram que, entre janeiro e novembro de 2025, essas empresas consumiram 675 milhões de kWh, representando cerca de 5% do uso total de eletricidade do país. Estimativas regionais sugerem que isso representa um aumento de quase 80% ano a ano, destacando o ritmo extraordinário de expansão do setor.
Por Que a Geórgia Atrai Mineradores de Criptomoedas Analistas atribuem o crescimento rápido a vários fatores-chave: 🔹 Forte valorização de ativos digitais em 2025
🔹 Preços de eletricidade baixos e estáveis
🔹 Legalização e regulamentação mais clara da mineração
🔹 Uma alta participação de fontes de energia renovável O Bitcoin atingiu um novo recorde acima de $126.000 em outubro, melhorando significativamente a rentabilidade da mineração. Combinado com energia barata e clareza regulatória, esse ambiente atraiu grandes players, incluindo a gigante de mineração Bitfury, que há muito opera instalações na Geórgia.
Quem Usa Mais Eletricidade O maior consumidor de energia entre os centros de dados é a AITEC Solution, que utilizou 403 milhões de kWh em sua instalação de Gldani, em Tbilisi. O local já hospedou operações da Bitfury. O segundo lugar fica para a Texprint Corporation, que opera na Zona Econômica Livre de Kutaisi, com 135 milhões de kWh consumidos. O terceiro é a TFZ Service LLC, com 104 milhões de kWh. Embora a TFZ Service não minera criptomoedas diretamente, ela fornece eletricidade às empresas de mineração que operam na zona industrial de Tbilisi. Fechando o top cinco estão a ITLab (24,6 milhões de kWh) e a Data Hub (7,2 milhões de kWh).
Aumento na Demanda de Energia Cria Pressão Regional A Geórgia manteve um regime fiscal favorável para atividades de criptomoedas desde 2019, permitindo tanto a empresas quanto a indivíduos minerar. A legislação adotada em 2023 aumentou a supervisão, mas o país até agora conseguiu gerenciar a demanda crescente—principalmente porque até 80% da produção doméstica de eletricidade provém de hidrelétricas. Em outras regiões da antiga União Soviética, no entanto, o crescimento rápido da mineração levou a shortages de energia, provocando respostas mais duras do governo: 🔹 A Rússia legalizou a mineração no final de 2024, mas desde então a proibiu em cerca de uma dúzia de regiões
🔹 O Tajiquistão ameaçou multas pesadas e penas de prisão para mineradores ilegais
🔹 Quirguistão fechou todas as fazendas de mineração em novembro, citando déficits de energia no inverno
🔹 Cazaquistão estabilizou a situação ao aumentar as tarifas de eletricidade e reforçar as regulamentações
A Geórgia Ainda Beneficia de um Equilíbrio Delicado Enquanto muitos países vizinhos enfrentam dificuldades com o impacto energético da mineração de criptomoedas, a Geórgia até agora equilibrou ganhos econômicos, estabilidade energética e supervisão regulatória. Se esse modelo pode se sustentar à medida que o setor continua a expandir permanece uma questão em aberto—ou se a Geórgia eventualmente enfrentará os mesmos desafios que seus pares regionais.
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