O banco de criptomoedas Sygnum afirmou no seu relatório mais recente que, à medida que os avanços regulatórios, como a Lei CLARITY e a Lei Bitcoin nos Estados Unidos, avançam, 2026 poderá ser o ano em que os países soberanos e instituições acelerem a adoção de blockchain. Espera-se que pelo menos 3 economias do G20 ou de nível semelhante incluam o Bitcoin nas suas reservas nacionais, com uma alocação inicial que não ultrapasse 1% do total das reservas, mas com um efeito de sinalização significativo. Além disso, as instituições financeiras tradicionais irão adotar infraestruturas de blockchain de forma mais aprofundada, com até 10% das grandes instituições emitindo novos títulos que poderão ser tokenizados já na fase de emissão.
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O banco de criptomoedas Sygnum afirmou no seu relatório mais recente que, à medida que os avanços regulatórios, como a Lei CLARITY e a Lei Bitcoin nos Estados Unidos, avançam, 2026 poderá ser o ano em que os países soberanos e instituições acelerem a adoção de blockchain. Espera-se que pelo menos 3 economias do G20 ou de nível semelhante incluam o Bitcoin nas suas reservas nacionais, com uma alocação inicial que não ultrapasse 1% do total das reservas, mas com um efeito de sinalização significativo. Além disso, as instituições financeiras tradicionais irão adotar infraestruturas de blockchain de forma mais aprofundada, com até 10% das grandes instituições emitindo novos títulos que poderão ser tokenizados já na fase de emissão.