A coisa mais irónica do mundo das criptomoedas é que, quanto mais opções existem, menor é a oportunidade de ganhar dinheiro.
Atualmente, existem mais de 36 milhões de tokens em circulação no mercado. Quão absurdo é esse número? Basta olhar para os últimos dez anos para entender — em 2013, havia apenas cerca de 500 tokens, e naquela altura, comprar qualquer uma delas já era suficiente para seguir a tendência e obter algum lucro; em 2017, esse número subiu para 3000, o que tornou a competição mais acirrada, mas ainda assim, a probabilidade de encontrar tokens que duplicam de valor era razoável; em 2021, cresceu loucamente para 3,1 milhões, e o mercado começou a ficar caótico; até este ano, já atingiu a marca de 70 milhões. Imagine só, o número de tokens passou de 500 para 70 milhões — o que isso significa por trás de tudo isso?
Uma simples questão de matemática explica tudo — a oferta explodiu, mas a demanda real do mercado não aumentou na mesma proporção. Os manipuladores querem controlar um projeto, primeiro precisam encontrar alguém disposto a comprar. Tokens que não têm atenção, aplicação prática ou até mesmo uma equipe legítima, simplesmente não entram na mira dos manipuladores. Aquelas moedas que você tem, que ninguém conhece, nem sequer têm chance de serem manipuladas.
Os dados falam por si: 99% dos tokens acabam zerados. Isso não é uma maldição, é uma consequência natural da relação entre oferta e demanda. Muitas pessoas veem o mercado de criptomoedas como um cassino, acumulando uma pilha de moedas inúteis, sonhando que podem vencer pelo volume, mas no final, tudo não passa de lixo digital. Em vez de procurar uma moeda que valorize 100 vezes em meio a milhões de tokens, é melhor concentrar os recursos em líderes como BTC, ETH ou escolher plataformas principais com aplicações reais, que tenham fundamentos sólidos — assim, você tem uma base mais confiável do que simplesmente espalhar a rede por aí.
O que você deve fazer agora não é aumentar posições cegamente ou tentar pegar o fundo, mas sim otimizar sua carteira de forma decisiva — eliminar aquelas altcoins sem liquidez, sem progresso ou sem transparência, para que elas não continuem ocupando seu capital e espaço mental.
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SchroedingerGas
· 01-18 06:32
Haha, disse demasiado bem, a pilha de moedas que tenho agora na mão é mesmo lixo digital
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CrossChainBreather
· 01-17 14:04
Agora mesmo, brincar com criptomoedas é como procurar uma agulha no inferno — é mais seguro apostar tudo no Bitcoin.
99% de perda total, esses números são de partir o coração; as pequenas moedas que tenho parecem lixo agora.
Mais opções tornam mais fácil cair em armadilhas; é melhor concentrar esforços em BTC/ETH para manter a cabeça fria.
Cada vez mais moedas, mas o dinheiro de verdade é sempre o mesmo; ninguém se surpreende que todos estejam no vermelho.
Vender aquelas moedas que ninguém conhece é realmente uma forma de libertar o espaço mental.
Este mercado já virou um cassino; a maioria ainda sonha com moedas que multiplicam por cem.
O desequilíbrio entre oferta e procura está evidente; em vez de acumular lixo, é melhor focar nos projetos líderes.
Preciso fazer uma limpeza na minha carteira; aquelas sem fundamentos sólidos são realmente armadilhas.
3600 milhões de tipos de moedas, parece absurdo; não é de admirar que 99% tenham morrido.
Os grandes investidores já filtraram tudo, o resto é basicamente presente.
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YieldFarmRefugee
· 01-15 14:58
99% das moedas vão para zero, e aquelas altcoins lixo que tenho na minha carteira ainda não tiveram nenhuma movimentação, estão me devendo uma explicação.
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Ser_This_Is_A_Casino
· 01-15 14:44
99% de perda, estes dados realmente não são brincadeira, agora tenho que ter metade das minhas posições em nobody coin... arrependo-me de não ter feito diferente
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GateUser-7b078580
· 01-15 14:32
Os dados mostram que 99% foi para zero, mas ainda assim não consigo deixar de vender aquelas moedas pequenas... Confusão, hein
A coisa mais irónica do mundo das criptomoedas é que, quanto mais opções existem, menor é a oportunidade de ganhar dinheiro.
Atualmente, existem mais de 36 milhões de tokens em circulação no mercado. Quão absurdo é esse número? Basta olhar para os últimos dez anos para entender — em 2013, havia apenas cerca de 500 tokens, e naquela altura, comprar qualquer uma delas já era suficiente para seguir a tendência e obter algum lucro; em 2017, esse número subiu para 3000, o que tornou a competição mais acirrada, mas ainda assim, a probabilidade de encontrar tokens que duplicam de valor era razoável; em 2021, cresceu loucamente para 3,1 milhões, e o mercado começou a ficar caótico; até este ano, já atingiu a marca de 70 milhões. Imagine só, o número de tokens passou de 500 para 70 milhões — o que isso significa por trás de tudo isso?
Uma simples questão de matemática explica tudo — a oferta explodiu, mas a demanda real do mercado não aumentou na mesma proporção. Os manipuladores querem controlar um projeto, primeiro precisam encontrar alguém disposto a comprar. Tokens que não têm atenção, aplicação prática ou até mesmo uma equipe legítima, simplesmente não entram na mira dos manipuladores. Aquelas moedas que você tem, que ninguém conhece, nem sequer têm chance de serem manipuladas.
Os dados falam por si: 99% dos tokens acabam zerados. Isso não é uma maldição, é uma consequência natural da relação entre oferta e demanda. Muitas pessoas veem o mercado de criptomoedas como um cassino, acumulando uma pilha de moedas inúteis, sonhando que podem vencer pelo volume, mas no final, tudo não passa de lixo digital. Em vez de procurar uma moeda que valorize 100 vezes em meio a milhões de tokens, é melhor concentrar os recursos em líderes como BTC, ETH ou escolher plataformas principais com aplicações reais, que tenham fundamentos sólidos — assim, você tem uma base mais confiável do que simplesmente espalhar a rede por aí.
O que você deve fazer agora não é aumentar posições cegamente ou tentar pegar o fundo, mas sim otimizar sua carteira de forma decisiva — eliminar aquelas altcoins sem liquidez, sem progresso ou sem transparência, para que elas não continuem ocupando seu capital e espaço mental.