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Os ativos de dívida do governo dos EUA, no valor de 38 biliões de dólares, tornaram-se uma pedra gigante sobre a economia. A proporção de dívida em relação ao PIB atingiu 120%, um número que por si só já alerta: esta entidade colossal está cada vez mais difícil de continuar assim. As recentes declarações da ex-presidente do Federal Reserve, Yellen, soaram especialmente duras — a economia dos EUA assemelha-se a um carro sobrecarregado, com o sistema de travagem já quase no limite.
Curiosamente, esta cena já foi encenada há dois mil anos. Os imperadores romanos depreciavam de forma disfarçada a prata nas moedas para evitar pagar dívidas, o que acabou por levar à queda do império. E agora? Os EUA estão a seguir um caminho semelhante, apenas trocando as ferramentas pelo política monetária moderna. O Tesouro atua como um condutor louco, acelerando sem parar; o Federal Reserve deveria estar a travar, mas a pesada dívida de 38 biliões de dólares coloca-o numa encruzilhada sem saída.
O verdadeiro sarcasmo está aqui: ao subir as taxas para combater a inflação, os custos de juros que ultrapassam 1 bilião de dólares por ano podem explodir, e no final talvez não consigam evitar a inadimplência. Mas se relaxarem a política, a inflação sairá completamente do controlo. Um dilema.
Ainda mais grave é o colapso da confiança. Após a pandemia de 2020, o governo dos EUA imprimiu dinheiro a um ritmo frenético, transformando lentamente essa moeda de uma "dívida que deve ser paga no futuro" para uma "torta que cai do céu". Como resultado, as pessoas deixaram de acreditar que esse dinheiro será recuperado através de impostos, passando a consumir loucamente, e os preços dispararam. Curiosamente, o aumento das taxas posteriormente acabou por ser um cúmplice da inflação — os enormes juros pagos pelo governo fluem para o setor privado, criando um efeito de expansão que distorce completamente as leis da economia.
O mercado de títulos já está a gritar. A confiança dos investidores nos títulos do Tesouro dos EUA está a vacilar, as taxas de hipotecas e de automóveis sobem, e a credibilidade do dólar está a ser exaurida pouco a pouco. Quando a sombra da história se abater sobre nós, e o domínio do dólar começar a enfraquecer, os fundos globais procuram desesperadamente novos refúgios. Será que, nesta tempestade de dívida, os ativos cripto podem evoluir para uma alternativa que supere o ouro? Essa questão merece reflexão.