Existe um momento em cada projeto de infraestrutura em que a história passa de uma “cadeia promissora” para um teste mais difícil. Pode tornar-se parte do cotidiano financeiro? Está nesse limite agora. A fase de lançamento terminou. O que vem a seguir é provar que pode funcionar como uma infraestrutura de stablecoin real.\n\nA delegação de staking é uma etapa fundamental. Até agora, validar @Plasma exigia tempo e habilidade técnica. A delegação permite que detentores comuns de $XPL façam staking através de validadores profissionais, ganhem recompensas e apoiem a segurança sem precisar administrar servidores. Com rendimentos começando perto de 5 por cento e diminuindo ao longo do tempo, além da queima de taxas, o Plasma tenta ligar usuários, segurança e oferta de forma mais estreita. Como utiliza penalizações por recompensa em vez de penalizações por stake, a delegação também testará se esse modelo mais suave ainda pode suportar a descentralização.\n\nA ponte nativa do Bitcoin, pBTC, pode ser o maior catalisador. Uma representação de BTC não custodial, um a um, permitiria que detentores de Bitcoin tomassem emprestado USDT, usassem transferências sem taxas ou ganhassem rendimento no Plasma One sem vender BTC. Se executado bem, o Plasma torna-se mais do que uma via de USDT. Torna-se uma ponte entre o capital do Bitcoin e pagamentos em stablecoin. Isso eleva o padrão de segurança e experiência do usuário.\n\nO desbloqueio de tokens em 2026 aumenta a pressão. Cerca de 3,5 bilhões de XPL entram em circulação entre meados e final de 2026. A aposta é que o staking e o uso real absorvam a oferta, em vez de empurrá-la para as exchanges. Este período mostrará se a utilidade pode criar demanda.\n\nO crescimento também depende do Plasma One e do stack de pagamentos. Os objetivos de expansão são regiões onde as stablecoins já têm importância. Se transferências sem taxas e produtos de rendimento converterem-se em usuários diários constantes, o Plasma prova que cadeias focadas em pagamentos podem gerar volume real.\n\nNo aspecto técnico, atualizações importam mais do que manchetes. Confirmações mais rápidas e maior capacidade de processamento são essenciais para pagamentos e comércio.\n\nO Plasma não tenta ser tudo. Sua aposta é que fazer liquidação de stablecoin de forma extremamente eficiente é suficiente. A próxima fase decide se esse foco cria uma infraestrutura duradoura ou permanece apenas uma boa ideia.\n\n#plasma
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Existe um momento em cada projeto de infraestrutura em que a história passa de uma “cadeia promissora” para um teste mais difícil. Pode tornar-se parte do cotidiano financeiro? Está nesse limite agora. A fase de lançamento terminou. O que vem a seguir é provar que pode funcionar como uma infraestrutura de stablecoin real.\n\nA delegação de staking é uma etapa fundamental. Até agora, validar @Plasma exigia tempo e habilidade técnica. A delegação permite que detentores comuns de $XPL façam staking através de validadores profissionais, ganhem recompensas e apoiem a segurança sem precisar administrar servidores. Com rendimentos começando perto de 5 por cento e diminuindo ao longo do tempo, além da queima de taxas, o Plasma tenta ligar usuários, segurança e oferta de forma mais estreita. Como utiliza penalizações por recompensa em vez de penalizações por stake, a delegação também testará se esse modelo mais suave ainda pode suportar a descentralização.\n\nA ponte nativa do Bitcoin, pBTC, pode ser o maior catalisador. Uma representação de BTC não custodial, um a um, permitiria que detentores de Bitcoin tomassem emprestado USDT, usassem transferências sem taxas ou ganhassem rendimento no Plasma One sem vender BTC. Se executado bem, o Plasma torna-se mais do que uma via de USDT. Torna-se uma ponte entre o capital do Bitcoin e pagamentos em stablecoin. Isso eleva o padrão de segurança e experiência do usuário.\n\nO desbloqueio de tokens em 2026 aumenta a pressão. Cerca de 3,5 bilhões de XPL entram em circulação entre meados e final de 2026. A aposta é que o staking e o uso real absorvam a oferta, em vez de empurrá-la para as exchanges. Este período mostrará se a utilidade pode criar demanda.\n\nO crescimento também depende do Plasma One e do stack de pagamentos. Os objetivos de expansão são regiões onde as stablecoins já têm importância. Se transferências sem taxas e produtos de rendimento converterem-se em usuários diários constantes, o Plasma prova que cadeias focadas em pagamentos podem gerar volume real.\n\nNo aspecto técnico, atualizações importam mais do que manchetes. Confirmações mais rápidas e maior capacidade de processamento são essenciais para pagamentos e comércio.\n\nO Plasma não tenta ser tudo. Sua aposta é que fazer liquidação de stablecoin de forma extremamente eficiente é suficiente. A próxima fase decide se esse foco cria uma infraestrutura duradoura ou permanece apenas uma boa ideia.\n\n#plasma