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Satoshi Nakamoto e o seu património em Bitcoin: quantos bitcoins o criador da primeira criptomoeda acumulou
Quando o Bitcoin atingiu novos máximos em 2025, o mundo falou sobre a riqueza inacreditável do seu criador anónimo. Satoshi Nakamoto, figura misteriosa da indústria cripto, graças às suas reservas ainda não gastas de BTC, entrou na lista das pessoas mais ricas do planeta. Em maio de 2025, sua fortuna foi avaliada em cerca de $120 bilhões, colocando-o na 11ª posição do ranking mundial de indivíduos mais ricos — acima da fortuna de Bill Gates, fundador da Microsoft. Mas o que nos diz esse número? Como é que uma pessoa, que não se comunica com o mundo desde 2010, conseguiu acumular tal riqueza? E o que pensa a comunidade cripto sobre suas reservas intocadas?
Quanto Bitcoin Satoshi recebeu na criação da rede
Satoshi Nakamoto não foi apenas o desenvolvedor do protocolo — foi também o primeiro minerador da criptomoeda que criou. No início do Bitcoin, quando era uma sistema pouco conhecido, a recompensa por cada bloco minerado era de 50 BTC. O período de sua mineração ativa — de janeiro a julho de 2009 — foi o mais produtivo na história da mineração de BTC.
Acredita-se que, nesse período, Satoshi minerou mais de um milhão de bitcoins, tornando-se, na prática, o minerador mais bem-sucedido da história da rede. Uma curiosidade: alguns criptógrafos acham que o criador poderia ter minerado ainda mais moedas, mas deliberadamente limitou a quantidade de mineração. Controlando a taxa de hash da sua rede, ele permitiu que outros participantes encontrassem blocos. Isso indica que Satoshi desde o início compreendia a importância da descentralização para a sobrevivência do projeto.
De mineração de blocos ao patrimônio mundial: o modelo Patoši
A quantidade exata de bitcoins minerados por Satoshi permaneceu um mistério por muito tempo. Contudo, em 2013, o criptógrafo e especialista em segurança Sergio Damian Lerner realizou uma análise minuciosa. Ele examinou toda a blockchain desde o início e estudou todos os blocos minerados entre 1 de janeiro de 2009 e 25 de janeiro de 2010 (blocos de número 1 a 36288).
Lerner descobriu um padrão — uma fazenda de mineração usando um algoritmo específico minerou uma quantidade enorme de blocos nesse período. As recompensas por esses blocos totalizaram aproximadamente 1 milhão de BTC. Para descrever esse fenômeno, Lerner criou o termo “modelo Patoši” — uma referência a Satoshi e seus métodos de mineração. Como o padrão começava desde o primeiro bloco, o pesquisador concluiu que Patoši é, na verdade, Satoshi Nakamoto.
Por que as reservas de Satoshi nunca se moveram
O enigmático desenvolvedor cortou contato com a comunidade cripto em 2010. Desde então, ninguém conseguiu determinar sua identidade com certeza, apesar de várias tentativas. Uma questão ainda mais intrigante: o que aconteceu com esses 1 milhão de bitcoins de Satoshi?
Ao longo desses anos, desde seu desaparecimento, os endereços dele nunca fizeram movimentos significativos. Nenhuma moeda de suas carteiras conhecidas foi transferida. A comunidade cripto se divide: alguns acreditam que Satoshi já morreu e seus bitcoins estão perdidos para sempre; outros continuam a acreditar que o criador está vivo e prefere permanecer na sombra.
Satoshi mais rico que Bill Gates: avaliação atual do patrimônio
Segundo dados da Arkham, plataforma confiável de análise de dados blockchain, Satoshi possui 1,096 milhão de bitcoins. Isso representa 5,2% de toda a criptomoeda já emitida — uma porcentagem extraordinária para uma única pessoa. Em maio de 2025, sua fortuna foi avaliada em $120,4 bilhões.
Para comparação: a MicroStrategy, empresa que compra bitcoins desde agosto de 2020, detém apenas 2,763% da emissão de BTC. Isso é metade do que Satoshi possui, apesar de a empresa ter investido quantias enormes na sua carteira de criptomoedas.
A avaliação da riqueza de Satoshi faz dele a 11ª pessoa mais rica do mundo. Para contextualizar: Bill Gates, ex-CEO da Microsoft, tem uma fortuna de cerca de $115 bilhões. Ou seja, graças aos seus bitcoins, Satoshi é formalmente “mais rico” que o fundador de uma das maiores corporações tecnológicas.
Ameaça ou tesouro perdido: o que acontece se Satoshi vender suas moedas
Se algum dia Satoshi decidir vender sua carteira, isso poderia causar um impacto massivo no mercado de criptomoedas. A venda de um milhão de moedas, considerando os volumes atuais de negociação, poderia afetar significativamente o preço do BTC. No entanto, a maioria dos criptógrafos e analistas acredita que esse cenário não acontecerá.
A principal razão para esse otimismo é a opinião amplamente difundida de que Satoshi Nakamoto já não faz parte do mundo real. Se for verdade, suas bitcoins podem ser consideradas perdidas para sempre, fora de circulação e incapazes de influenciar o mercado. Ainda assim, a comunidade cripto mantém a esperança. Anualmente, surgem novas teorias sobre quem estaria por trás desse nome lendário e se o criador do Bitcoin ainda está vivo.
Sabe-se que, em um perfil registrado, Satoshi afirmou ter nascido em 5 de abril de 1975, no Japão. Se esses dados forem verdadeiros, ele completaria 50 anos em 2026. Contudo, essa informação também permanece não comprovada e é tema de debate na comunidade.
Existem até teorias que afirmam que nunca houve uma pessoa física chamada Satoshi Nakamoto. Os defensores dessas hipóteses acreditam que o Bitcoin foi criado por uma estrutura centralizada ou por órgãos governamentais. No entanto, essas suposições permanecem na periferia do debate, pois a maioria dos especialistas acredita que Satoshi é uma pessoa real que optou por permanecer anônima.