$PI 15 de janeiro de 2026, o Comité Bancário do Senado dos Estados Unidos realmente agendou uma “sessão de análise” (Markup Session) sobre uma importante proposta de lei no setor de criptomoedas. Esta reunião marcou um passo crucial na elaboração do primeiro quadro regulatório abrangente para o mercado de criptomoedas nos EUA.
O que é a proposta de lei
O núcleo desta proposta é estabelecer regras federais completas para a supervisão de ativos digitais. O principal objetivo é acabar com o estado de ambiguidade que há há muito tempo persiste entre os órgãos reguladores (principalmente a SEC e a CFTC), que dependem de litígios para fazer cumprir as regulações.
· Nome da proposta: na versão aprovada na Câmara dos Deputados, é conhecida como 《Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais》, também frequentemente referida como “Lei CLARITY”. · Objetivo principal: definir claramente as responsabilidades regulatórias, promover a inovação, proteger os investidores e manter a segurança nacional, com o objetivo final de “transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas”.
Conteúdo-chave e impacto
A seguir, os principais problemas que a proposta visa resolver e seus potenciais impactos:
1. Classificação de ativos e órgãos reguladores
· Problema a resolver: Quando um ativo digital é considerado “título” e quando é considerado “mercadoria”? Essa questão tem permanecido sem resposta por muito tempo. · Proposta: a lei irá definir “mercadoria digital” e “ativo digital”, delimitando sistematicamente as fronteiras regulatórias da SEC e da CFTC. Geralmente, acredita-se que a CFTC terá autoridade exclusiva sobre o mercado à vista de “mercadorias digitais” (como o Bitcoin), enquanto a SEC continuará regulando tokens com atributos de títulos.
2. Regulação de stablecoins
· Problema a resolver: Quem deve regular stablecoins lastreadas em dólares, como USDT e USDC, e como garantir que suas reservas sejam suficientes e seguras? · Proposta: estabelecer um quadro federal para stablecoins de pagamento, definindo requisitos de licença para emissores, reservas (como dinheiro em espécie ou títulos do governo) e auditorias.
3. Foco em finanças descentralizadas (DeFi)
· Problema a resolver: Como incluir protocolos DeFi, como exchanges descentralizadas que não possuem operadores centralizados tradicionais, na regulamentação? · Estado atual: essa é uma das áreas mais controversas nas negociações legislativas. Os grupos de lobby de Wall Street e da indústria de criptomoedas ainda divergem sobre esse tema.
4. Impacto potencial no mercado
· Se aprovado: aumentará significativamente a clareza regulatória, podendo atrair mais investimentos de instituições financeiras tradicionais, promover o desenvolvimento de produtos financeiros como ETFs e custódia regulamentada, e possivelmente reduzir manipulações de mercado. · Progresso atual: a proposta ainda está na fase inicial do processo legislativo, e não há certeza de quando ou se ela se tornará lei.
Próximos passos e cronograma
A reunião de 15 de janeiro é apenas uma etapa de um longo processo legislativo. Durante a sessão, os membros do comité irão analisar item por item a proposta, sugerir alterações e votar.
A seguir, o caminho legislativo e as estimativas de tempo para a proposta:
· 15 de janeiro de 2026: análise pelo Comité Bancário do Senado · Objetivo de curto prazo: aprovação na Comissão Bancária do Senado e na Comissão de Agricultura · Próximas etapas: consolidar as versões do Senado, submetê-las ao plenário do Senado para votação (precisa de 60 votos) · Fase final: coordenar com a versão da Câmara dos Deputados (aprovada em julho de 2025), e enviar para assinatura presidencial · Estimativa otimista: assinatura e promulgação até março de 2026 · Estimativa conservadora: o processo legislativo pode se estender até 2027, com a implementação das regras podendo ocorrer posteriormente
Resumo
De modo geral, a reunião de 15 de janeiro representa um marco importante na legislação de regulamentação de criptomoedas nos EUA, mas está longe de ser o ponto final. A proposta visa resolver questões centrais de ambiguidade regulatória ao definir claramente a classificação de ativos e responsabilidades, além de estabelecer regras para stablecoins. O andamento futuro dependerá do jogo de interesses entre os partidos em diversos pontos de controvérsia.
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$PI 15 de janeiro de 2026, o Comité Bancário do Senado dos Estados Unidos realmente agendou uma “sessão de análise” (Markup Session) sobre uma importante proposta de lei no setor de criptomoedas. Esta reunião marcou um passo crucial na elaboração do primeiro quadro regulatório abrangente para o mercado de criptomoedas nos EUA.
O que é a proposta de lei
O núcleo desta proposta é estabelecer regras federais completas para a supervisão de ativos digitais. O principal objetivo é acabar com o estado de ambiguidade que há há muito tempo persiste entre os órgãos reguladores (principalmente a SEC e a CFTC), que dependem de litígios para fazer cumprir as regulações.
· Nome da proposta: na versão aprovada na Câmara dos Deputados, é conhecida como 《Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais》, também frequentemente referida como “Lei CLARITY”.
· Objetivo principal: definir claramente as responsabilidades regulatórias, promover a inovação, proteger os investidores e manter a segurança nacional, com o objetivo final de “transformar os EUA na capital mundial das criptomoedas”.
Conteúdo-chave e impacto
A seguir, os principais problemas que a proposta visa resolver e seus potenciais impactos:
1. Classificação de ativos e órgãos reguladores
· Problema a resolver: Quando um ativo digital é considerado “título” e quando é considerado “mercadoria”? Essa questão tem permanecido sem resposta por muito tempo.
· Proposta: a lei irá definir “mercadoria digital” e “ativo digital”, delimitando sistematicamente as fronteiras regulatórias da SEC e da CFTC. Geralmente, acredita-se que a CFTC terá autoridade exclusiva sobre o mercado à vista de “mercadorias digitais” (como o Bitcoin), enquanto a SEC continuará regulando tokens com atributos de títulos.
2. Regulação de stablecoins
· Problema a resolver: Quem deve regular stablecoins lastreadas em dólares, como USDT e USDC, e como garantir que suas reservas sejam suficientes e seguras?
· Proposta: estabelecer um quadro federal para stablecoins de pagamento, definindo requisitos de licença para emissores, reservas (como dinheiro em espécie ou títulos do governo) e auditorias.
3. Foco em finanças descentralizadas (DeFi)
· Problema a resolver: Como incluir protocolos DeFi, como exchanges descentralizadas que não possuem operadores centralizados tradicionais, na regulamentação?
· Estado atual: essa é uma das áreas mais controversas nas negociações legislativas. Os grupos de lobby de Wall Street e da indústria de criptomoedas ainda divergem sobre esse tema.
4. Impacto potencial no mercado
· Se aprovado: aumentará significativamente a clareza regulatória, podendo atrair mais investimentos de instituições financeiras tradicionais, promover o desenvolvimento de produtos financeiros como ETFs e custódia regulamentada, e possivelmente reduzir manipulações de mercado.
· Progresso atual: a proposta ainda está na fase inicial do processo legislativo, e não há certeza de quando ou se ela se tornará lei.
Próximos passos e cronograma
A reunião de 15 de janeiro é apenas uma etapa de um longo processo legislativo. Durante a sessão, os membros do comité irão analisar item por item a proposta, sugerir alterações e votar.
A seguir, o caminho legislativo e as estimativas de tempo para a proposta:
· 15 de janeiro de 2026: análise pelo Comité Bancário do Senado
· Objetivo de curto prazo: aprovação na Comissão Bancária do Senado e na Comissão de Agricultura
· Próximas etapas: consolidar as versões do Senado, submetê-las ao plenário do Senado para votação (precisa de 60 votos)
· Fase final: coordenar com a versão da Câmara dos Deputados (aprovada em julho de 2025), e enviar para assinatura presidencial
· Estimativa otimista: assinatura e promulgação até março de 2026
· Estimativa conservadora: o processo legislativo pode se estender até 2027, com a implementação das regras podendo ocorrer posteriormente
Resumo
De modo geral, a reunião de 15 de janeiro representa um marco importante na legislação de regulamentação de criptomoedas nos EUA, mas está longe de ser o ponto final. A proposta visa resolver questões centrais de ambiguidade regulatória ao definir claramente a classificação de ativos e responsabilidades, além de estabelecer regras para stablecoins. O andamento futuro dependerá do jogo de interesses entre os partidos em diversos pontos de controvérsia.