O West Texas Intermediate WTI continua a subir pelo terceiro dia consecutivo, estabilizando-se perto de 59,10 dólares por barril durante as negociações asiáticas de segunda-feira. Estes ganhos representam riscos de múltiplas fontes para os fornecimentos globais, refletindo tensões geopolíticas complexas que se estendem de Teerão a Caracas.
Irã: ameaça direta de 2 milhões de barris por dia
O aumento das manifestações no Irã constitui atualmente a maior preocupação para os mercados. O Irã produz cerca de 2 milhões de barris por dia, tornando-se o quarto maior produtor da OPEP. Com a terceira semana de tumultos e a resposta crescente das autoridades, aumenta a probabilidade de impacto na produção e nas exportações. O presidente americano Donald Trump alertou Teerã contra o uso da força contra os manifestantes, indicando a possibilidade de ações caso a situação escale, enquanto Teerã respondeu com uma advertência severa contra qualquer intervenção americana ou israelense.
Venezuela: fator de desaceleração dos preços
Por outro lado, as possibilidades de retomar as exportações venezuelanas dificultam os ganhos nos preços do petróleo. Trump indicou que Caracas pode enviar até 50 milhões de barris de reservas bloqueadas para os Estados Unidos, o que aumentaria a oferta global. No entanto, a incerteza ainda cerca a rápida retomada das exportações venezuelanas devido às complexidades políticas e às sanções americanas em mudança. Trump também pediu a Cuba que congele seu apoio petrolífero e financeiro à Venezuela.
Rússia: riscos secundários, mas eficazes
Os traders também monitoram a possibilidade de interrupções no fornecimento russo devido aos ataques contínuos na Ucrânia às instalações de energia, além da possibilidade de imposição de sanções americanas adicionais ao setor energético russo. Esses três fatores — Irã, Venezuela e Rússia — criam uma dinâmica complexa em relação às expectativas de fornecimento global de petróleo bruto nos próximos meses.
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O petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) mantém-se acima de 59 dólares, em meio a uma teia de riscos geopolíticos para os fornecimentos globais
O West Texas Intermediate WTI continua a subir pelo terceiro dia consecutivo, estabilizando-se perto de 59,10 dólares por barril durante as negociações asiáticas de segunda-feira. Estes ganhos representam riscos de múltiplas fontes para os fornecimentos globais, refletindo tensões geopolíticas complexas que se estendem de Teerão a Caracas.
Irã: ameaça direta de 2 milhões de barris por dia
O aumento das manifestações no Irã constitui atualmente a maior preocupação para os mercados. O Irã produz cerca de 2 milhões de barris por dia, tornando-se o quarto maior produtor da OPEP. Com a terceira semana de tumultos e a resposta crescente das autoridades, aumenta a probabilidade de impacto na produção e nas exportações. O presidente americano Donald Trump alertou Teerã contra o uso da força contra os manifestantes, indicando a possibilidade de ações caso a situação escale, enquanto Teerã respondeu com uma advertência severa contra qualquer intervenção americana ou israelense.
Venezuela: fator de desaceleração dos preços
Por outro lado, as possibilidades de retomar as exportações venezuelanas dificultam os ganhos nos preços do petróleo. Trump indicou que Caracas pode enviar até 50 milhões de barris de reservas bloqueadas para os Estados Unidos, o que aumentaria a oferta global. No entanto, a incerteza ainda cerca a rápida retomada das exportações venezuelanas devido às complexidades políticas e às sanções americanas em mudança. Trump também pediu a Cuba que congele seu apoio petrolífero e financeiro à Venezuela.
Rússia: riscos secundários, mas eficazes
Os traders também monitoram a possibilidade de interrupções no fornecimento russo devido aos ataques contínuos na Ucrânia às instalações de energia, além da possibilidade de imposição de sanções americanas adicionais ao setor energético russo. Esses três fatores — Irã, Venezuela e Rússia — criam uma dinâmica complexa em relação às expectativas de fornecimento global de petróleo bruto nos próximos meses.