O estratega de mercado Tom Lee partilhou recentemente a sua visão numa entrevista televisiva, apresentando um panorama fascinante mas volátil para os mercados globais este ano. Segundo a sua análise, um movimento de alta sincronizado que abranja ações, commodities e criptomoedas no início de 2026 representa historicamente um excelente sinal para investidores tanto de retalho como institucionais.
Um ano de montanha-russa emocional
Tom Lee caracteriza 2026 como um ano que seguirá o padrão de “euforia, pânico e ressurgimento” que experimentámos em 2025. Esta dinâmica sugere que embora o início seja positivo, haverá momentos que parecerão crises de mercado genuínas. No entanto, ao contrário do que muitos poderiam pensar, estas correções não marcarão o fim do ciclo de alta, mas sim oportunidades de recompra estratégica para investidores com nervos de aço.
O desafio de meio de ano
A principal ameaça chegará quando os mercados financeiros colocarem à prova a política da nova administração da Reserva Federal. Neste cenário, Tom Lee antecipa possíveis quedas entre 15% e 20%, especialmente durante a segunda metade do ano. Este ajuste será particularmente notável na segunda metade de 2026, quando a incerteza económica poderá atingir o seu ponto máximo.
Objetivo de longo prazo
Apesar destas turbulências previsíveis, o analista mantém uma perspetiva otimista sobre o S&P 500, prevendo que poderá atingir os 7700 pontos antes de fechar o ano. Isto implica que, independentemente dos vaivéns intermédios, a tendência geral continuará a ser de alta, recompensando aqueles que mantiverem as suas posições durante os períodos de volatilidade.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
Previsão de Tom Lee para 2026: O início do ano promete, mas cuidado com a crise do meio do caminho
O estratega de mercado Tom Lee partilhou recentemente a sua visão numa entrevista televisiva, apresentando um panorama fascinante mas volátil para os mercados globais este ano. Segundo a sua análise, um movimento de alta sincronizado que abranja ações, commodities e criptomoedas no início de 2026 representa historicamente um excelente sinal para investidores tanto de retalho como institucionais.
Um ano de montanha-russa emocional
Tom Lee caracteriza 2026 como um ano que seguirá o padrão de “euforia, pânico e ressurgimento” que experimentámos em 2025. Esta dinâmica sugere que embora o início seja positivo, haverá momentos que parecerão crises de mercado genuínas. No entanto, ao contrário do que muitos poderiam pensar, estas correções não marcarão o fim do ciclo de alta, mas sim oportunidades de recompra estratégica para investidores com nervos de aço.
O desafio de meio de ano
A principal ameaça chegará quando os mercados financeiros colocarem à prova a política da nova administração da Reserva Federal. Neste cenário, Tom Lee antecipa possíveis quedas entre 15% e 20%, especialmente durante a segunda metade do ano. Este ajuste será particularmente notável na segunda metade de 2026, quando a incerteza económica poderá atingir o seu ponto máximo.
Objetivo de longo prazo
Apesar destas turbulências previsíveis, o analista mantém uma perspetiva otimista sobre o S&P 500, prevendo que poderá atingir os 7700 pontos antes de fechar o ano. Isto implica que, independentemente dos vaivéns intermédios, a tendência geral continuará a ser de alta, recompensando aqueles que mantiverem as suas posições durante os períodos de volatilidade.