Repressão Internacional Aponta para uma Rede Massiva de “Pig Butchering” Operando em Múltiplos Continentes
Um esforço coordenado de aplicação da lei internacional resultou na desmantelamento de uma das maiores operações de fraude em criptomoedas já documentadas. As autoridades confiscarem aproximadamente 127.000 Bitcoin—atualmente avaliados em cerca de $11,6 mil milhões—numa ação que representa um caso recorde de confisco civil liderado pelo Departamento de Justiça dos EUA.
A organização criminosa, que operava sob o nome Prince Holding Group, orquestrou esquemas de engano sofisticados direcionados a vítimas nos Estados Unidos e globalmente. A rede empregou uma técnica predatória de engenharia social conhecida como “pig butchering”, onde os fraudadores constroem rapport com as vítimas de forma metódica antes de esgotar sistematicamente os seus recursos financeiros. Esta abordagem calculada espelha a prática de criar gado antes do abate—daí a nomenclatura ominosa.
Estrutura Operacional e Metodologia Criminal
Informações recolhidas durante a investigação revelam que a organização mantinha múltiplos complexos, particularmente no Camboja, onde centenas de trabalhadores traficados eram coagidos a executar os esquemas fraudulentos. A operação demonstrou uma sofisticação organizacional notável, com sistemas meticulosos de registo e estratégias deliberadas para obscurecer os lucros ilícitos através de transações em criptomoedas. A liderança mantinha uma supervisão operacional rigorosa, garantindo conformidade em toda a rede extensa.
Os ativos confiscados ligados a esta organização revelam a escala da enterprise criminal. Os investigadores documentaram como os lucros eram desviados para despesas extravagantes, incluindo a aquisição de arte de alto valor e bens de luxo, sugerindo uma infraestrutura sofisticada de lavagem de dinheiro projetada para legitimar a riqueza criminosa.
Resposta das Forças de Segurança e Implicações Mais Amplas
A designação do Departamento de Justiça dos EUA de Prince Holding Group como uma organização criminosa transnacional sublinha a gravidade da ameaça. Sanções foram impostas ao principal responsável e a múltiplos associados, com procedimentos de extradição iniciados para o Camboja. Estas ações de acusação representam uma escalada significativa na aplicação da lei contra crimes em criptomoedas transfronteiriços.
No entanto, a magnitude desta apreensão ilumina uma crise mais ampla dentro do ecossistema de ativos digitais. Segundo empresas de análise de blockchain, as carteiras criminosas detêm coletivamente mais de $75 mil milhões em criptomoedas. O mais preocupante é a composição dessas holdings: atores ilícitos controlaram quase $15 mil milhões em meados de 2025, um valor que aumentou mais de 300% desde 2020, sendo o roubo a fonte predominante.
Esta ação de aplicação da lei sinaliza uma vigilância governamental intensificada contra redes organizadas de crime em criptomoedas. A convergência de cooperação internacional, capacidades forenses avançadas e sanções coordenadas parece estar a remodelar os cenários de aplicação da lei no espaço de ativos digitais. O papel do Bitcoin como meio em operações de fraude em grande escala continua a atrair escrutínio regulatório e recursos das autoridades globais.
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Rede global de fraude em criptomoedas desmantelada: Mais de $11,6 bilhões em Bitcoin apreendidos numa operação histórica das forças de segurança
Repressão Internacional Aponta para uma Rede Massiva de “Pig Butchering” Operando em Múltiplos Continentes
Um esforço coordenado de aplicação da lei internacional resultou na desmantelamento de uma das maiores operações de fraude em criptomoedas já documentadas. As autoridades confiscarem aproximadamente 127.000 Bitcoin—atualmente avaliados em cerca de $11,6 mil milhões—numa ação que representa um caso recorde de confisco civil liderado pelo Departamento de Justiça dos EUA.
A organização criminosa, que operava sob o nome Prince Holding Group, orquestrou esquemas de engano sofisticados direcionados a vítimas nos Estados Unidos e globalmente. A rede empregou uma técnica predatória de engenharia social conhecida como “pig butchering”, onde os fraudadores constroem rapport com as vítimas de forma metódica antes de esgotar sistematicamente os seus recursos financeiros. Esta abordagem calculada espelha a prática de criar gado antes do abate—daí a nomenclatura ominosa.
Estrutura Operacional e Metodologia Criminal
Informações recolhidas durante a investigação revelam que a organização mantinha múltiplos complexos, particularmente no Camboja, onde centenas de trabalhadores traficados eram coagidos a executar os esquemas fraudulentos. A operação demonstrou uma sofisticação organizacional notável, com sistemas meticulosos de registo e estratégias deliberadas para obscurecer os lucros ilícitos através de transações em criptomoedas. A liderança mantinha uma supervisão operacional rigorosa, garantindo conformidade em toda a rede extensa.
Os ativos confiscados ligados a esta organização revelam a escala da enterprise criminal. Os investigadores documentaram como os lucros eram desviados para despesas extravagantes, incluindo a aquisição de arte de alto valor e bens de luxo, sugerindo uma infraestrutura sofisticada de lavagem de dinheiro projetada para legitimar a riqueza criminosa.
Resposta das Forças de Segurança e Implicações Mais Amplas
A designação do Departamento de Justiça dos EUA de Prince Holding Group como uma organização criminosa transnacional sublinha a gravidade da ameaça. Sanções foram impostas ao principal responsável e a múltiplos associados, com procedimentos de extradição iniciados para o Camboja. Estas ações de acusação representam uma escalada significativa na aplicação da lei contra crimes em criptomoedas transfronteiriços.
No entanto, a magnitude desta apreensão ilumina uma crise mais ampla dentro do ecossistema de ativos digitais. Segundo empresas de análise de blockchain, as carteiras criminosas detêm coletivamente mais de $75 mil milhões em criptomoedas. O mais preocupante é a composição dessas holdings: atores ilícitos controlaram quase $15 mil milhões em meados de 2025, um valor que aumentou mais de 300% desde 2020, sendo o roubo a fonte predominante.
Esta ação de aplicação da lei sinaliza uma vigilância governamental intensificada contra redes organizadas de crime em criptomoedas. A convergência de cooperação internacional, capacidades forenses avançadas e sanções coordenadas parece estar a remodelar os cenários de aplicação da lei no espaço de ativos digitais. O papel do Bitcoin como meio em operações de fraude em grande escala continua a atrair escrutínio regulatório e recursos das autoridades globais.