A partir do final de 2024, o clima na indústria de criptomoedas mudou. Não se trata mais de quem tem TPS mais alto ou de uma competição tecnológica baseada na segurança, mas sim de quem consegue realmente servir os usuários e criar produtos de pagamento e financeiros utilizáveis. Isto não é uma suposição; as recentes grandes movimentações da Polygon são a melhor prova disso.
Os sinais de mudança na indústria já estão bastante claros
De acordo com as últimas notícias, o setor de criptomoedas está passando por uma mudança de paradigma, de “infraestrutura de base” para “aplicações financeiras”. Projetos como Polygon, ether.fi, começaram a integrar funcionalidades de auto-hospedagem na cadeia e experiências financeiras tradicionais, com um objetivo bem definido: permitir que os usuários utilizem produtos bancários sem precisar entender a tecnologia blockchain.
Essa mudança parece natural, mas reflete uma dura realidade — por mais avançada que seja a tecnologia, ela precisa ser usada. A análise da Messari aponta que, atualmente, há uma homogeneização nos cartões de criptomoedas e produtos de pagamento, mas a verdadeira oportunidade está em criar experiências financeiras nativas na cadeia, com capacidade de composição.
O que a aposta de 2,5 bilhões de dólares da Polygon revela
A Polygon Labs anunciou recentemente a aquisição de Coinme e Sequence por mais de 2,5 bilhões de dólares. Não se trata de uma simples aquisição, mas de uma atualização estratégica de identidade.
O que está sendo comprado não é apenas tecnologia, mas identidade regulatória
A Coinme possui licenças de transferência de dinheiro em 48 estados dos EUA. O que isso significa? A Polygon instantaneamente obteve uma identidade crucial para operar legalmente nos EUA, realizando pagamentos de forma compatível com as regulamentações. A empresa também opera 50.000 caixas automáticos de Bitcoin, espalhados por 49 estados americanos. Em outras palavras, a Polygon deixou de ser apenas uma blockchain pública para se transformar em um provedor de serviços de pagamento global regulado.
Construção de uma cadeia completa de pagamentos
Sequence é especializada em carteiras e ferramentas para desenvolvedores, enquanto a Coinme oferece uma rede de pagamentos offline e licenças regulatórias. Combinando isso com a base de stablecoins da própria Polygon, preenche-se a lacuna desde a infraestrutura de base até o alcance ao usuário final. Isso é o que a Polygon chama de “Open Money Stack” — um canal simples e de baixo custo para pagamentos transfronteiriços com stablecoins.
Dados econômicos comprovam que isso não é apenas conversa
O mais convincente não são declarações estratégicas, mas dados econômicos reais:
Segundo a Castle Labs, a receita de taxas de protocolo da Polygon desde o início de 2026 ultrapassou US$170 mil, com a queima de mais de 12,5 milhões de POL, avaliada em mais de US$150 mil. O que isso significa? O uso da rede está se convertendo diretamente em valor ao nível do protocolo.
Mais importante ainda, o desempenho do Polymarket. Essa plataforma de mercado de previsões gerou mais de US$10 mil em taxas de comissão na última 24 horas para a Polygon. Um único aplicativo consegue gerar tantas taxas em um dia, o que indica que há usuários ativos na cadeia, e não apenas transações vazias.
Desafios atuais e oportunidades futuras
A Messari aponta que, embora essa tendência tenha um potencial enorme, o problema atual é a homogeneização. Os cartões de criptomoedas e produtos de pagamento no mercado parecem todos iguais; quem conseguir criar experiências financeiras nativas na cadeia, com diferenciais reais, terá uma vantagem significativa no crescimento de usuários.
De uma perspectiva mais ampla, a recente abertura de um escritório na Ásia pela a16z Crypto em Seul também reflete essa lógica — o capital está seguindo os usuários e as oportunidades de mercado. Quase um terço da população adulta na Coreia possui ativos em criptomoedas, e a atividade na cadeia na Ásia é a mais alta do mundo. Isso não é coincidência; o mercado está mostrando onde estão as verdadeiras necessidades de pagamento e aplicações financeiras.
Resumo
A mudança na indústria de criptomoedas não é mais uma previsão, mas uma realidade em andamento. Os US$2,5 bilhões investidos pela Polygon, os US$170 mil em receitas de taxas, o desempenho real do Polymarket — tudo isso conta a mesma história: a era de competição por tecnologia de base deu lugar à competição por aplicações financeiras.
Os verdadeiros vencedores não serão aqueles com a tecnologia mais forte, mas aqueles que conseguirem criar primeiro produtos financeiros que atendam às necessidades reais dos usuários. A homogeneização é um problema atual, mas para os projetos que encontrarem caminhos de diferenciação, o espaço de mercado pode ser muito maior do que se imagina.
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A Polygon investiu 250 milhões de dólares em pagamentos, a mudança na indústria de criptomoedas já está decidida
A partir do final de 2024, o clima na indústria de criptomoedas mudou. Não se trata mais de quem tem TPS mais alto ou de uma competição tecnológica baseada na segurança, mas sim de quem consegue realmente servir os usuários e criar produtos de pagamento e financeiros utilizáveis. Isto não é uma suposição; as recentes grandes movimentações da Polygon são a melhor prova disso.
Os sinais de mudança na indústria já estão bastante claros
De acordo com as últimas notícias, o setor de criptomoedas está passando por uma mudança de paradigma, de “infraestrutura de base” para “aplicações financeiras”. Projetos como Polygon, ether.fi, começaram a integrar funcionalidades de auto-hospedagem na cadeia e experiências financeiras tradicionais, com um objetivo bem definido: permitir que os usuários utilizem produtos bancários sem precisar entender a tecnologia blockchain.
Essa mudança parece natural, mas reflete uma dura realidade — por mais avançada que seja a tecnologia, ela precisa ser usada. A análise da Messari aponta que, atualmente, há uma homogeneização nos cartões de criptomoedas e produtos de pagamento, mas a verdadeira oportunidade está em criar experiências financeiras nativas na cadeia, com capacidade de composição.
O que a aposta de 2,5 bilhões de dólares da Polygon revela
A Polygon Labs anunciou recentemente a aquisição de Coinme e Sequence por mais de 2,5 bilhões de dólares. Não se trata de uma simples aquisição, mas de uma atualização estratégica de identidade.
O que está sendo comprado não é apenas tecnologia, mas identidade regulatória
A Coinme possui licenças de transferência de dinheiro em 48 estados dos EUA. O que isso significa? A Polygon instantaneamente obteve uma identidade crucial para operar legalmente nos EUA, realizando pagamentos de forma compatível com as regulamentações. A empresa também opera 50.000 caixas automáticos de Bitcoin, espalhados por 49 estados americanos. Em outras palavras, a Polygon deixou de ser apenas uma blockchain pública para se transformar em um provedor de serviços de pagamento global regulado.
Construção de uma cadeia completa de pagamentos
Sequence é especializada em carteiras e ferramentas para desenvolvedores, enquanto a Coinme oferece uma rede de pagamentos offline e licenças regulatórias. Combinando isso com a base de stablecoins da própria Polygon, preenche-se a lacuna desde a infraestrutura de base até o alcance ao usuário final. Isso é o que a Polygon chama de “Open Money Stack” — um canal simples e de baixo custo para pagamentos transfronteiriços com stablecoins.
Dados econômicos comprovam que isso não é apenas conversa
O mais convincente não são declarações estratégicas, mas dados econômicos reais:
Segundo a Castle Labs, a receita de taxas de protocolo da Polygon desde o início de 2026 ultrapassou US$170 mil, com a queima de mais de 12,5 milhões de POL, avaliada em mais de US$150 mil. O que isso significa? O uso da rede está se convertendo diretamente em valor ao nível do protocolo.
Mais importante ainda, o desempenho do Polymarket. Essa plataforma de mercado de previsões gerou mais de US$10 mil em taxas de comissão na última 24 horas para a Polygon. Um único aplicativo consegue gerar tantas taxas em um dia, o que indica que há usuários ativos na cadeia, e não apenas transações vazias.
Desafios atuais e oportunidades futuras
A Messari aponta que, embora essa tendência tenha um potencial enorme, o problema atual é a homogeneização. Os cartões de criptomoedas e produtos de pagamento no mercado parecem todos iguais; quem conseguir criar experiências financeiras nativas na cadeia, com diferenciais reais, terá uma vantagem significativa no crescimento de usuários.
De uma perspectiva mais ampla, a recente abertura de um escritório na Ásia pela a16z Crypto em Seul também reflete essa lógica — o capital está seguindo os usuários e as oportunidades de mercado. Quase um terço da população adulta na Coreia possui ativos em criptomoedas, e a atividade na cadeia na Ásia é a mais alta do mundo. Isso não é coincidência; o mercado está mostrando onde estão as verdadeiras necessidades de pagamento e aplicações financeiras.
Resumo
A mudança na indústria de criptomoedas não é mais uma previsão, mas uma realidade em andamento. Os US$2,5 bilhões investidos pela Polygon, os US$170 mil em receitas de taxas, o desempenho real do Polymarket — tudo isso conta a mesma história: a era de competição por tecnologia de base deu lugar à competição por aplicações financeiras.
Os verdadeiros vencedores não serão aqueles com a tecnologia mais forte, mas aqueles que conseguirem criar primeiro produtos financeiros que atendam às necessidades reais dos usuários. A homogeneização é um problema atual, mas para os projetos que encontrarem caminhos de diferenciação, o espaço de mercado pode ser muito maior do que se imagina.