Ao analisar a dinâmica dos mercados emergentes, o real do Brasil e o peso do Chile podem experimentar alguma força real na primeira metade do ano. A configuração parece bastante convincente antes de as coisas ficarem complicadas politicamente. Assim que os ciclos eleitorais acelerarem na região, espera-se que a volatilidade aumente—o capital tende a ficar nervoso quando a incerteza política atinge o pico. Para os traders que mantêm exposição às moedas latino-americanas, a janela para ganhos diminui à medida que avançamos no ano. No momento, porém? As condições favorecem a valorização, assumindo que o apetite ao risco global permaneça. Vale a pena monitorar como as políticas do Fed e os preços das commodities se desenrolam—ambos tendem a movimentar esses pares de forma significativa. O verdadeiro catalisador será se a incerteza poderá permanecer contida até que a votação seja concluída.
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CountdownToBroke
· 01-15 22:06
ngl Recentemente, o mercado do real brasileiro tem sido realmente tentador, mas assim que o ciclo político começa, tudo desmorona, e quando o capital fica apertado, a volatilidade explode
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LiquidationWatcher
· 01-15 15:15
Sempre que chega o ciclo político, tenho que fugir. Este período de janela realmente está apertado... Brasil e Chile talvez possam aproveitar nos primeiros seis meses, mas tudo depende de o Federal Reserve não fazer besteira.
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NotFinancialAdvice
· 01-15 15:11
O Brasil e o Chile podem ter uma oportunidade no primeiro semestre, mas assim que o ciclo político começar, tudo acaba.
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UncleLiquidation
· 01-15 15:10
Os currencies da América do Sul têm potencial na primeira metade do ano, aproveite agora e não espere mais
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GoldDiggerDuck
· 01-15 14:52
O real brasileiro e o peso chileno realmente tiveram oportunidade na primeira metade do ano, mas assim que o ciclo político começou, foi preciso fugir.
Ao analisar a dinâmica dos mercados emergentes, o real do Brasil e o peso do Chile podem experimentar alguma força real na primeira metade do ano. A configuração parece bastante convincente antes de as coisas ficarem complicadas politicamente. Assim que os ciclos eleitorais acelerarem na região, espera-se que a volatilidade aumente—o capital tende a ficar nervoso quando a incerteza política atinge o pico. Para os traders que mantêm exposição às moedas latino-americanas, a janela para ganhos diminui à medida que avançamos no ano. No momento, porém? As condições favorecem a valorização, assumindo que o apetite ao risco global permaneça. Vale a pena monitorar como as políticas do Fed e os preços das commodities se desenrolam—ambos tendem a movimentar esses pares de forma significativa. O verdadeiro catalisador será se a incerteza poderá permanecer contida até que a votação seja concluída.