A Federal Reserve enfrenta uma necessidade delicada: manter a estabilidade do sistema financeiro através de injeções calibradas de liquidez, em vez de intervenções maciças e evidentes. Este cenário pode transformar-se num catalisador extraordinário para o Bitcoin, segundo o conceituado gestor de fundos Larry Lepard, que identificou no contexto atual os pressupostos para uma valorização significativa do ativo digital mais importante.
A estratégia do Fed: Da teoria à prática
Nos últimos meses de 2025, a Federal Reserve adotou o que formalmente é denominado “Gestão das Reservas”, mas que na realidade representa a implementação de Quantitative Easing (QE) através de canais menos convencionais. Em vez de anunciar abertamente um programa de compra de ativos em larga escala, a instituição central opera através de adições progressivas de liquidez no sistema.
O economista de destaque Lyn Alden cunhou um termo eloquente para descrever esta dinâmica: a fase do “Print Gradual”. Ao contrário dos ciclos de estímulo fiscal passados, caracterizados por anúncios ruidosos e intervenções concentradas no tempo, esta estratégia prevê uma adição contínua e sutil de dinheiro em circulação. A diferença não é meramente semântica: trata-se de uma mudança paradigmática na forma como as autoridades monetárias tentam evitar emergências de crises de liquidez nos mercados de títulos, no Tesouro americano e nos segmentos repo.
O motor económico por trás da “expansão gradual”
Segundo a análise de Alden, a Federal Reserve não tem escolha. Tanto o Governo federal quanto os mercados financeiros necessitam de um fluxo contínuo de nova liquidez para funcionarem corretamente. A expansão do balanço do banco central tornou-se uma necessidade estrutural, mais do que uma decisão discricionária. Esta dinâmica representa uma desvio substancial das políticas monetárias restritivas dos últimos dois anos.
Historicamente, sempre que os bancos centrais implementaram programas de expansão monetária—seja através de QE explícito ou de injeções subtis de liquidez—o mercado de criptomoedas beneficiou de impulsos altistas pronunciados. O fenómeno reflete a natureza dos ativos digitais como refúgio e instrumento de diversificação durante períodos de expansão monetária.
A previsão de Lepard e os níveis de preço esperados
Com base nesta leitura da situação macroeconómica, Larry Lepard formulou uma projeção audaciosa: o preço do Bitcoin irá duplicar ou até triplicar nos próximos ciclos de mercado. Com o Bitcoin atualmente negociado a cerca de $96.20K (dados atualizados a 15 de janeiro de 2026), esta projeção abre cenários interessantes.
Se se materializar um cenário de triplicação a partir dos níveis atuais, o Bitcoin poderia atingir valores entre $192.400 e $288.600. Mesmo considerando um cenário conservador de duplicação, assistiria-se a um movimento em direção aos $192.400. Estas projeções não carecem de fundamento: refletem os padrões históricos observados durante ciclos anteriores de expansão monetária, quando os ativos alternativos apresentaram performances exponenciais.
Contexto histórico e ciclos passados
O renomado gestor Lepard não está propondo uma hipótese dissociada da história. Os ciclos anteriores de Quantitative Easing—2008-2014, 2020-2021—invariavelmente geraram rallies significativos nos mercados de ativos de alto risco. O Bitcoin, embora tenha nascido durante a crise financeira de 2008, viu um crescimento exponencial justamente durante as fases de máxima expansão monetária. A correlação entre o balanço da Fed e o desempenho do Bitcoin não é casual, mas reflete uma relação económica fundamental: maior liquidez em circulação equivale a menor rendimento nos títulos “seguros”, levando os investidores a procurar ativos alternativos e arriscados como as criptomoedas.
Implicações para os mercados
O cenário descrito representa um contexto onde a prudência formal da Federal Reserve nos comunicados oficiais oculta uma atividade de expansão substancial. Este tipo de política “suave” pode ser até mais eficaz do que um QE tradicional na geração de dinâmicas altistas nos mercados de risco, pois mantém baixa a volatilidade percebida enquanto alimenta silenciosamente a liquidez disponível.
Para os investidores em Bitcoin e ativos digitais correlacionados, a mensagem implícita é que as condições macroeconómicas estão a alinhar-se para um cenário de abundância monetária, tradicionalmente favorável a bens alternativos e deflacionários como o Bitcoin.
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Quando a Fed imprime: O renomado analista prevê o triplo de Bitcoin graças à "expansão gradual"
A Federal Reserve enfrenta uma necessidade delicada: manter a estabilidade do sistema financeiro através de injeções calibradas de liquidez, em vez de intervenções maciças e evidentes. Este cenário pode transformar-se num catalisador extraordinário para o Bitcoin, segundo o conceituado gestor de fundos Larry Lepard, que identificou no contexto atual os pressupostos para uma valorização significativa do ativo digital mais importante.
A estratégia do Fed: Da teoria à prática
Nos últimos meses de 2025, a Federal Reserve adotou o que formalmente é denominado “Gestão das Reservas”, mas que na realidade representa a implementação de Quantitative Easing (QE) através de canais menos convencionais. Em vez de anunciar abertamente um programa de compra de ativos em larga escala, a instituição central opera através de adições progressivas de liquidez no sistema.
O economista de destaque Lyn Alden cunhou um termo eloquente para descrever esta dinâmica: a fase do “Print Gradual”. Ao contrário dos ciclos de estímulo fiscal passados, caracterizados por anúncios ruidosos e intervenções concentradas no tempo, esta estratégia prevê uma adição contínua e sutil de dinheiro em circulação. A diferença não é meramente semântica: trata-se de uma mudança paradigmática na forma como as autoridades monetárias tentam evitar emergências de crises de liquidez nos mercados de títulos, no Tesouro americano e nos segmentos repo.
O motor económico por trás da “expansão gradual”
Segundo a análise de Alden, a Federal Reserve não tem escolha. Tanto o Governo federal quanto os mercados financeiros necessitam de um fluxo contínuo de nova liquidez para funcionarem corretamente. A expansão do balanço do banco central tornou-se uma necessidade estrutural, mais do que uma decisão discricionária. Esta dinâmica representa uma desvio substancial das políticas monetárias restritivas dos últimos dois anos.
Historicamente, sempre que os bancos centrais implementaram programas de expansão monetária—seja através de QE explícito ou de injeções subtis de liquidez—o mercado de criptomoedas beneficiou de impulsos altistas pronunciados. O fenómeno reflete a natureza dos ativos digitais como refúgio e instrumento de diversificação durante períodos de expansão monetária.
A previsão de Lepard e os níveis de preço esperados
Com base nesta leitura da situação macroeconómica, Larry Lepard formulou uma projeção audaciosa: o preço do Bitcoin irá duplicar ou até triplicar nos próximos ciclos de mercado. Com o Bitcoin atualmente negociado a cerca de $96.20K (dados atualizados a 15 de janeiro de 2026), esta projeção abre cenários interessantes.
Se se materializar um cenário de triplicação a partir dos níveis atuais, o Bitcoin poderia atingir valores entre $192.400 e $288.600. Mesmo considerando um cenário conservador de duplicação, assistiria-se a um movimento em direção aos $192.400. Estas projeções não carecem de fundamento: refletem os padrões históricos observados durante ciclos anteriores de expansão monetária, quando os ativos alternativos apresentaram performances exponenciais.
Contexto histórico e ciclos passados
O renomado gestor Lepard não está propondo uma hipótese dissociada da história. Os ciclos anteriores de Quantitative Easing—2008-2014, 2020-2021—invariavelmente geraram rallies significativos nos mercados de ativos de alto risco. O Bitcoin, embora tenha nascido durante a crise financeira de 2008, viu um crescimento exponencial justamente durante as fases de máxima expansão monetária. A correlação entre o balanço da Fed e o desempenho do Bitcoin não é casual, mas reflete uma relação económica fundamental: maior liquidez em circulação equivale a menor rendimento nos títulos “seguros”, levando os investidores a procurar ativos alternativos e arriscados como as criptomoedas.
Implicações para os mercados
O cenário descrito representa um contexto onde a prudência formal da Federal Reserve nos comunicados oficiais oculta uma atividade de expansão substancial. Este tipo de política “suave” pode ser até mais eficaz do que um QE tradicional na geração de dinâmicas altistas nos mercados de risco, pois mantém baixa a volatilidade percebida enquanto alimenta silenciosamente a liquidez disponível.
Para os investidores em Bitcoin e ativos digitais correlacionados, a mensagem implícita é que as condições macroeconómicas estão a alinhar-se para um cenário de abundância monetária, tradicionalmente favorável a bens alternativos e deflacionários como o Bitcoin.