As ações financeiras sobem, os ETFs de criptomoedas entram no mercado, as instituições estão a redefinir a alocação de ativos com ações

As ações nos EUA fecharam com pequenas variações na quinta-feira, mas o verdadeiro destaque esteve nas ações duais das grandes instituições financeiras. BlackRock, Morgan Stanley, Goldman Sachs e outros gigantes tiveram uma valorização coletiva, enquanto esses mesmos órgãos viram fluxos de fundos recordes em seus ETFs de criptomoedas à vista. Isto não é uma coincidência, mas um sinal de uma mudança silenciosa na estratégia de alocação de ativos dessas instituições.

Por que as ações financeiras estão em alta coletiva

Na quinta-feira, o mercado de ações dos EUA fechou com o Dow Jones a subir 0,6%, o S&P 500 a subir 0,26% e o Nasdaq a subir 0,25%. Embora os ganhos não pareçam grandes, ao analisar as ações individuais, fica interessante.

Ação Variação
BlackRock 6%
Morgan Stanley 5,8%
Goldman Sachs 4,6%
Nvidia 2%

Os 6% de valorização da BlackRock merecem atenção especial. Segundo as últimas notícias, o CEO da BlackRock, Larry Fink, afirmou em 15 de janeiro que nos próximos anos o crescimento econômico dos EUA será superior à tendência e que os investimentos atuais são mais seguros do que há um ano. Essa visão apoia diretamente a expectativa positiva do mercado em relação às ações financeiras — uma melhora na previsão de crescimento econômico significa que a gestão de ativos e as margens de lucro dessas instituições têm potencial de expansão.

O otimismo do CEO não é só palavras

Fink também destacou que não acredita na existência de uma bolha de inteligência artificial, e que há motivos sólidos para a redução de taxas de juros. Essa lógica é clara: economia em melhora, IA não é uma bolha, redução de juros tem respaldo, criando um ambiente de crescimento relativamente seguro para as instituições financeiras.

O que a grande entrada de fundos em ETFs de criptomoedas indica

Ainda mais interessante é que, enquanto BlackRock e outras instituições tiveram um desempenho forte no mercado de ações, seus ETFs de criptomoedas à vista registraram fluxos de fundos recordes.

Segundo as últimas notícias, em 15 de janeiro, o ETF de Bitcoin à vista dos EUA recebeu um fluxo líquido de 840 milhões de dólares, sendo que o ETF da BlackRock, IBIT, respondeu por 648 milhões de dólares desse total. O ETF de Ethereum à vista também teve um fluxo de 175,1 milhões de dólares, com o ETHA da BlackRock recebendo 81,6 milhões de dólares.

O que esses números significam

Isso não é uma movimentação de investidores de varejo buscando tendências passageiras, mas uma estratégia sistemática de grandes instituições. Entradas maciças de BlackRock, Fidelity, Grayscale e outros indicam que esses gigantes de gestão de ativos já incorporaram as criptomoedas em suas estratégias oficiais. Especialmente a BlackRock, que, ao mesmo tempo em que teve um desempenho forte no mercado de ações, também registrou o maior fluxo de fundos no mercado de criptomoedas, refletindo uma mudança de postura de uma grande gestora de ativos.

Informações relacionadas também mencionam que a Deutsche Börse lançou a solução de custódia de staking AnchorNote, permitindo que clientes institucionais operem com ativos sob regulamentação. Isso mostra que a infraestrutura de negociação na Europa também está se preparando para a alocação institucional em criptomoedas. O fundo BUIDL da BlackRock, com US$ 2,5 bilhões, é um exemplo típico dessa demanda — as instituições precisam usar esses ativos como garantia para negociações, sem precisar transferi-los para fora do custodiante.

Mudança de postura das instituições

De uma visão geral das notícias e informações, fica claro que as instituições não estão mais optando entre criptomoedas e ativos tradicionais, mas estão reforçando ambos os lados simultaneamente. A postura otimista do CEO da BlackRock sustenta o mercado de ações, enquanto os grandes fluxos em ETFs de criptomoedas demonstram que a decisão de alocar em ativos digitais já está consolidada.

Por que essa estratégia dupla? Segundo as últimas notícias, as instituições estão vendo as criptomoedas como parte da infraestrutura financeira do futuro. O stablecoin RLUSD da Ripple, por exemplo, está sendo usado como garantia e ferramenta de pagamento transfronteiriço para o fundo tokenizado da BlackRock, confirmando que os ativos digitais estão evoluindo de instrumentos de especulação para componentes de portfólio.

Resumo

A valorização coletiva das ações financeiras nos EUA e os fluxos recordes em ETFs de criptomoedas refletem a mesma lógica: uma nova avaliação das perspectivas econômicas e da direção da alocação de ativos por parte das instituições. A postura otimista do CEO da BlackRock fornece suporte fundamental às ações financeiras, enquanto a contínua entrada de fundos em ETFs de criptomoedas indica que esses gigantes de gestão de ativos já consideram os ativos digitais uma componente essencial de seus portfólios. Isso não é uma tendência de curto prazo, mas uma votação de recursos por parte das grandes instituições em favor de uma nova era de alocação de ativos. O próximo passo é acompanhar se esses fluxos institucionais se manterão ao longo de um período mais extenso.

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