Reconhecido economista Peter Schiff levantou recentemente suspeitas ao destacar uma divergência incomum entre o Bitcoin e os metais preciosos. Enquanto a prata experimentou uma forte valorização em novembro, com um aumento de 16,5% no mês, o principal ativo digital, o Bitcoin, teve uma queda de 17,5% no mesmo período.
O Quebra-Cabeça do Desempenho Contrastante
As trajetórias opostas desses dois ativos chamaram a atenção de Schiff, levando-o a descrever o Bitcoin como um “espelho” dos movimentos da prata. Essa correlação inversa apresenta um quebra-cabeça intrigante para os observadores do mercado que tentam entender os fatores subjacentes ao desempenho de cada ativo.
De acordo com os dados mais recentes do mercado, o Bitcoin continuou seu desempenho discreto em 2026, com uma queda de 1,73% nas últimas 24 horas até meados de janeiro. Essa fraqueza persistente contrasta fortemente com a resiliência dos metais preciosos, criando o que alguns analistas questionam como um potencial cenário de “queda falsa”—onde a fraqueza técnica mascara uma força fundamental subjacente.
Perspectiva do Economista Sobre a Divergência
A observação de Schiff destaca um debate crescente dentro dos círculos financeiros sobre se a recente fraqueza do Bitcoin representa uma correção genuína do mercado ou apenas uma retração temporária dentro de uma tendência de alta maior. O padrão de espelho com a prata sugere que as suposições tradicionais de proteção podem estar mudando, com players institucionais potencialmente realocando entre diferentes ativos alternativos.
Essa divergência levanta questões sobre qual classe de ativos oferece melhor proteção de valor no atual ambiente macroeconômico. O desempenho invertido entre Bitcoin e metais preciosos indica uma evolução no sentimento dos investidores e mudanças nas estratégias de gestão de risco durante períodos de incerteza econômica.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
O Bitcoin está a atuar como espelho da prata? Economista questiona a narrativa do 'falso crash' em meio a trajetórias divergentes de ativos
Reconhecido economista Peter Schiff levantou recentemente suspeitas ao destacar uma divergência incomum entre o Bitcoin e os metais preciosos. Enquanto a prata experimentou uma forte valorização em novembro, com um aumento de 16,5% no mês, o principal ativo digital, o Bitcoin, teve uma queda de 17,5% no mesmo período.
O Quebra-Cabeça do Desempenho Contrastante
As trajetórias opostas desses dois ativos chamaram a atenção de Schiff, levando-o a descrever o Bitcoin como um “espelho” dos movimentos da prata. Essa correlação inversa apresenta um quebra-cabeça intrigante para os observadores do mercado que tentam entender os fatores subjacentes ao desempenho de cada ativo.
De acordo com os dados mais recentes do mercado, o Bitcoin continuou seu desempenho discreto em 2026, com uma queda de 1,73% nas últimas 24 horas até meados de janeiro. Essa fraqueza persistente contrasta fortemente com a resiliência dos metais preciosos, criando o que alguns analistas questionam como um potencial cenário de “queda falsa”—onde a fraqueza técnica mascara uma força fundamental subjacente.
Perspectiva do Economista Sobre a Divergência
A observação de Schiff destaca um debate crescente dentro dos círculos financeiros sobre se a recente fraqueza do Bitcoin representa uma correção genuína do mercado ou apenas uma retração temporária dentro de uma tendência de alta maior. O padrão de espelho com a prata sugere que as suposições tradicionais de proteção podem estar mudando, com players institucionais potencialmente realocando entre diferentes ativos alternativos.
Essa divergência levanta questões sobre qual classe de ativos oferece melhor proteção de valor no atual ambiente macroeconômico. O desempenho invertido entre Bitcoin e metais preciosos indica uma evolução no sentimento dos investidores e mudanças nas estratégias de gestão de risco durante períodos de incerteza econômica.