Os reguladores financeiros sul-coreanos estão a preparar uma nova regulamentação — limitar a participação acionista dos principais acionistas das exchanges de criptomoedas entre 15% e 20%. Assim que esta medida foi anunciada, a comunidade académica reagiu de imediato. Algumas vozes apontam que tais restrições obrigatórias podem infringir o direito de propriedade, apresentando riscos constitucionais, além de não se alinharem com as práticas internacionais comuns.
Em vez de simplesmente impor um limite máximo à participação acionista, muitos especialistas sugerem uma abordagem diferente: reforçar os critérios de elegibilidade para os principais acionistas, permitindo que apenas pessoas qualificadas e com integridade entrem; ao mesmo tempo, melhorar a estrutura do conselho de administração das exchanges e os mecanismos de controlo interno, estabelecendo um sistema de freios e contrapesos mais completo; promover mecanismos de IPO a longo prazo, que por meio do listing promovam naturalmente a dispersão de ações, garantindo uma gestão responsável e facilitando os canais de captação de recursos.
Resumindo, em vez de limitar a identidade dos principais acionistas, é melhor otimizar a governação corporativa, deixando que o próprio sistema restrinja os problemas.
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fren.eth
· 11h atrás
Mais uma vez, o mesmo velho truque, uma solução de uma só vez não resolve o problema.
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SelfMadeRuggee
· 11h atrás
Mais uma vez, aquele método coreano, uma abordagem de tudo ou nada, é realmente a forma mais preguiçosa de regulamentação. E quanto à construção do sistema, para onde foi tudo isso?
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RuntimeError
· 11h atrás
A jogada da Coreia do Sul foi realmente desnecessária, limitar diretamente a proporção de ações? Como a proibição de armas, é inútil; o mais importante é estabelecer uma estrutura de governança adequada.
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WenAirdrop
· 11h atrás
Outra vez essa história? A jogada da Coreia do Sul é realmente absurda, bloquear diretamente a proporção é melhor do que tornar a censura mais rigorosa.
Os reguladores financeiros sul-coreanos estão a preparar uma nova regulamentação — limitar a participação acionista dos principais acionistas das exchanges de criptomoedas entre 15% e 20%. Assim que esta medida foi anunciada, a comunidade académica reagiu de imediato. Algumas vozes apontam que tais restrições obrigatórias podem infringir o direito de propriedade, apresentando riscos constitucionais, além de não se alinharem com as práticas internacionais comuns.
Em vez de simplesmente impor um limite máximo à participação acionista, muitos especialistas sugerem uma abordagem diferente: reforçar os critérios de elegibilidade para os principais acionistas, permitindo que apenas pessoas qualificadas e com integridade entrem; ao mesmo tempo, melhorar a estrutura do conselho de administração das exchanges e os mecanismos de controlo interno, estabelecendo um sistema de freios e contrapesos mais completo; promover mecanismos de IPO a longo prazo, que por meio do listing promovam naturalmente a dispersão de ações, garantindo uma gestão responsável e facilitando os canais de captação de recursos.
Resumindo, em vez de limitar a identidade dos principais acionistas, é melhor otimizar a governação corporativa, deixando que o próprio sistema restrinja os problemas.