#钱包安全风险 Recentemente tem sido destaque nos relatórios de segurança, e a SlowMist revelou mais um personagem perigoso: ataque de poluição do histórico do navegador. Pode parecer estranho à primeira vista, mas na essência é uma "armadilha de imitação" — o atacante primeiro polui seu histórico do navegador por meio de anúncios e anúncios falsos; na próxima vez que você digitar o domínio oficial correto, o navegador irá automaticamente "corrigir" para um site de phishing. O usuário nem percebe, e a carteira acaba sendo comprometida assim.
Parece uma tecnologia avançada, não é? Mas, ao pensar bem, isso justamente destaca a importância da segurança no Web3. No mundo descentralizado, sem intermediários para garantir, cada operação está relacionada à segurança dos ativos. Por isso, quero enfatizar alguns pontos-chave:
**Primeiro, carteiras multi-assinatura são mais seguras do que assinaturas simples.** Mesmo que o dispositivo seja atacado, você não perderá tudo de uma vez.
**Segundo, use endereços frequentes com favoritos.** Não confie na auto-completação do navegador; confirmar manualmente o domínio é uma operação padrão.
**Terceiro, softwares maliciosos estão cada vez mais escondidos.** Links suspeitos e downloads desconhecidos devem ser rejeitados — isso não é apenas cautela, é uma necessidade.
O futuro do Web3 precisa de uma infraestrutura de segurança mais forte, e cada participante deve ter consciência de autoproteção. Controlar sua chave privada significa também gerenciar seus riscos. O futuro não será automaticamente seguro, mas podemos torná-lo mais seguro.
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#钱包安全风险 Recentemente tem sido destaque nos relatórios de segurança, e a SlowMist revelou mais um personagem perigoso: ataque de poluição do histórico do navegador. Pode parecer estranho à primeira vista, mas na essência é uma "armadilha de imitação" — o atacante primeiro polui seu histórico do navegador por meio de anúncios e anúncios falsos; na próxima vez que você digitar o domínio oficial correto, o navegador irá automaticamente "corrigir" para um site de phishing. O usuário nem percebe, e a carteira acaba sendo comprometida assim.
Parece uma tecnologia avançada, não é? Mas, ao pensar bem, isso justamente destaca a importância da segurança no Web3. No mundo descentralizado, sem intermediários para garantir, cada operação está relacionada à segurança dos ativos. Por isso, quero enfatizar alguns pontos-chave:
**Primeiro, carteiras multi-assinatura são mais seguras do que assinaturas simples.** Mesmo que o dispositivo seja atacado, você não perderá tudo de uma vez.
**Segundo, use endereços frequentes com favoritos.** Não confie na auto-completação do navegador; confirmar manualmente o domínio é uma operação padrão.
**Terceiro, softwares maliciosos estão cada vez mais escondidos.** Links suspeitos e downloads desconhecidos devem ser rejeitados — isso não é apenas cautela, é uma necessidade.
O futuro do Web3 precisa de uma infraestrutura de segurança mais forte, e cada participante deve ter consciência de autoproteção. Controlar sua chave privada significa também gerenciar seus riscos. O futuro não será automaticamente seguro, mas podemos torná-lo mais seguro.