O lendário investidor Michael Burry, conhecido por “The Big Short”, comentou uma estratégia diferenciada em grandes empresas de tecnologia. Enquanto atualmente realiza vendas a descoberto na Oracle, ele alerta contra apostas generalizadas contra Meta, Alphabet e Microsoft – não porque essas empresas sejam perfeitas, mas por razões fundamentadas.
A lógica central: Modelos de negócio além da IA
Burry destaca uma diferença crucial: as ações desses gigantes tecnológicos não são simplesmente apostas na área de Inteligência Artificial. Quem aposta contra essas corporações deve estar consciente do que realmente está a apostar. Na Meta, trata-se da dominação no mercado de redes sociais e publicidade; na Alphabet, de um ecossistema diversificado de serviços de busca, sistema Android e projetos futuros como condução autônoma da Waymo. A Microsoft, por sua vez, representa o padrão global em software de produtividade e soluções SaaS.
O fator estabilizador
O investidor argumenta que essas três empresas, embora enfrentem desafios – cortes de gastos, redução de capacidades ociosas, possíveis depreciações de ativos de TI – sua posição de mercado fundamental em seus respectivos setores não será facilmente desfeita. Elas possuem efeitos de rede consolidados, altos custos de mudança para os clientes e um poder de mercado difícil de abalar. Por isso, Burry prevê: “Essas três empresas não vão simplesmente colapsar.”
Oracle como caso especial
Enquanto Burry se posiciona com cautela em relação às Big Three, ele vê na Oracle fundamentos diferentes. A decisão de realizar vendas a descoberto lá baseia-se claramente em uma avaliação específica das dinâmicas de negócios dessa empresa – uma análise que difere bastante da situação da Meta, Alphabet ou Microsoft.
A visão de Burry reflete uma importante lição para investidores: na análise de ações de tecnologia, uma avaliação detalhada de cada segmento de negócio é fundamental. Apostar cegamente contra a “Big Tech” é uma abordagem superficial.
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Michael Burry analisa os gigantes da tecnologia: Por que a Oracle é a exceção
O lendário investidor Michael Burry, conhecido por “The Big Short”, comentou uma estratégia diferenciada em grandes empresas de tecnologia. Enquanto atualmente realiza vendas a descoberto na Oracle, ele alerta contra apostas generalizadas contra Meta, Alphabet e Microsoft – não porque essas empresas sejam perfeitas, mas por razões fundamentadas.
A lógica central: Modelos de negócio além da IA
Burry destaca uma diferença crucial: as ações desses gigantes tecnológicos não são simplesmente apostas na área de Inteligência Artificial. Quem aposta contra essas corporações deve estar consciente do que realmente está a apostar. Na Meta, trata-se da dominação no mercado de redes sociais e publicidade; na Alphabet, de um ecossistema diversificado de serviços de busca, sistema Android e projetos futuros como condução autônoma da Waymo. A Microsoft, por sua vez, representa o padrão global em software de produtividade e soluções SaaS.
O fator estabilizador
O investidor argumenta que essas três empresas, embora enfrentem desafios – cortes de gastos, redução de capacidades ociosas, possíveis depreciações de ativos de TI – sua posição de mercado fundamental em seus respectivos setores não será facilmente desfeita. Elas possuem efeitos de rede consolidados, altos custos de mudança para os clientes e um poder de mercado difícil de abalar. Por isso, Burry prevê: “Essas três empresas não vão simplesmente colapsar.”
Oracle como caso especial
Enquanto Burry se posiciona com cautela em relação às Big Three, ele vê na Oracle fundamentos diferentes. A decisão de realizar vendas a descoberto lá baseia-se claramente em uma avaliação específica das dinâmicas de negócios dessa empresa – uma análise que difere bastante da situação da Meta, Alphabet ou Microsoft.
A visão de Burry reflete uma importante lição para investidores: na análise de ações de tecnologia, uma avaliação detalhada de cada segmento de negócio é fundamental. Apostar cegamente contra a “Big Tech” é uma abordagem superficial.