那时候 nós acompanhávamos a alocação institucional, ainda discutíamos se o Bitcoin era uma opção de alocação de ativos. Agora, um fluxo líquido anual de 320 bilhões de dólares já virou algo natural, e nem mesmo a queda do mercado consegue impedir isso. O que isso indica? As instituições já tomaram uma decisão definitiva, agora a questão não é mais se devem alocar, mas quanto e em quê.
O mais interessante é o fluxo de 24,7 bilhões de dólares para o IBIT da BlackRock — esse volume já supera a soma dos nove ETFs de Bitcoin seguintes. Isso me lembra a onda institucional do final de 2013. Naquela época também era assim: uma vez estabelecido um canal regulado, grandes fundos se concentravam naqueles produtos mais seguros e com maior respaldo. A saída de 3,9 bilhões de dólares do GBTC da Grayscale, na essência, é apenas uma prova de que as instituições tradicionais descobriram uma opção de alocação mais eficiente.
O ETF de Ethereum também tem seu destaque. Com um volume de 9,6 bilhões de dólares no seu primeiro ano completo de negociação, já mostra um crescimento considerável em relação a 2024. Mas, recentemente, sem novos aportes por vários dias, isso me deixa um pouco alerta. Esse tipo de entrada de capital pulsante costuma indicar uma fase de saturação.
No próximo ano, mais de 100 novos ETFs podem ser lançados, o que me faz lembrar de alguns momentos históricos — sempre que há uma grande variedade de produtos, é também uma fase de aceleração na seleção e eliminação. Até o final de 2026, acredito que muitos produtos "de uma noite só" vão desaparecer. Isso não é algo ruim, pelo contrário, demonstra a maturidade do mercado.
O mais importante é entender: a participação das instituições é de longo prazo, mas os produtos e os momentos de entrada vão se tornando cada vez mais precisos. O período de crescimento selvagem já passou.
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#机构投资者采用 看到这组数据的时候,脑子里闪过的第一个念头就是——这次机构入场的逻辑和2020年完全不同了。
那时候 nós acompanhávamos a alocação institucional, ainda discutíamos se o Bitcoin era uma opção de alocação de ativos. Agora, um fluxo líquido anual de 320 bilhões de dólares já virou algo natural, e nem mesmo a queda do mercado consegue impedir isso. O que isso indica? As instituições já tomaram uma decisão definitiva, agora a questão não é mais se devem alocar, mas quanto e em quê.
O mais interessante é o fluxo de 24,7 bilhões de dólares para o IBIT da BlackRock — esse volume já supera a soma dos nove ETFs de Bitcoin seguintes. Isso me lembra a onda institucional do final de 2013. Naquela época também era assim: uma vez estabelecido um canal regulado, grandes fundos se concentravam naqueles produtos mais seguros e com maior respaldo. A saída de 3,9 bilhões de dólares do GBTC da Grayscale, na essência, é apenas uma prova de que as instituições tradicionais descobriram uma opção de alocação mais eficiente.
O ETF de Ethereum também tem seu destaque. Com um volume de 9,6 bilhões de dólares no seu primeiro ano completo de negociação, já mostra um crescimento considerável em relação a 2024. Mas, recentemente, sem novos aportes por vários dias, isso me deixa um pouco alerta. Esse tipo de entrada de capital pulsante costuma indicar uma fase de saturação.
No próximo ano, mais de 100 novos ETFs podem ser lançados, o que me faz lembrar de alguns momentos históricos — sempre que há uma grande variedade de produtos, é também uma fase de aceleração na seleção e eliminação. Até o final de 2026, acredito que muitos produtos "de uma noite só" vão desaparecer. Isso não é algo ruim, pelo contrário, demonstra a maturidade do mercado.
O mais importante é entender: a participação das instituições é de longo prazo, mas os produtos e os momentos de entrada vão se tornando cada vez mais precisos. O período de crescimento selvagem já passou.