Muitas pessoas têm uma compreensão equivocada sobre descentralização. Elas pensam que descentralização é "qualquer um pode ver, qualquer um pode agir", mas a essência das finanças nunca foi assim. O que realmente importa não é o nível de participação, mas se a divisão de permissões é clara — quem pode fazer o quê, e isso deve ser explicado de forma transparente.
Imagine um cenário real: uma transferência financeira precisa de duas assinaturas? O departamento de risco pode apenas analisar os indicadores de dados, sem ver os detalhes da transação? As permissões de auditoria podem decifrar e visualizar apenas sob condições específicas? Essas não são burocracias complicadas, mas operações básicas para minimizar o risco.
As blockchains tradicionais frequentemente enfrentam um dilema — para garantir transparência, expõem todos os dados de uma só vez, resultando em um sistema de permissões que se resume a "quem tem a chave privada sabe tudo, quem não tem, nada". As instituições olham para essa lógica e balançam a cabeça: como encaixar meus processos operacionais? Como proteger a privacidade dos dados?
Essa é exatamente a direção que algumas novas blockchains estão explorando. Elas colocam a privacidade como uma fronteira padrão, ao mesmo tempo reservando canais necessários para auditoria e verificação. A divisão de permissões passa a ser uma regra implementável, e não algo baseado em relações pessoais ou promessas verbais.
Para as instituições, o que isso significa? Significa que as finanças na cadeia finalmente podem operar como o sistema financeiro tradicional: o poder pode ser disperso, as operações podem deixar rastros, as contas podem ser auditadas, mas sem precisar expor todas as informações confidenciais a estranhos. Essa é a verdadeira entrada para aplicações institucionais na blockchain.
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MidsommarWallet
· 6h atrás
Ai, agora sim, a divisão de permissões é o caminho certo
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OfflineNewbie
· 6h atrás
Ai, finalmente alguém revelou a verdade: o sistema de permissões é que é o núcleo mesmo
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MoonMathMagic
· 6h atrás
Finalmente alguém explicou claramente, transparência e privacidade não são de todo opostas
Muitas pessoas têm uma compreensão equivocada sobre descentralização. Elas pensam que descentralização é "qualquer um pode ver, qualquer um pode agir", mas a essência das finanças nunca foi assim. O que realmente importa não é o nível de participação, mas se a divisão de permissões é clara — quem pode fazer o quê, e isso deve ser explicado de forma transparente.
Imagine um cenário real: uma transferência financeira precisa de duas assinaturas? O departamento de risco pode apenas analisar os indicadores de dados, sem ver os detalhes da transação? As permissões de auditoria podem decifrar e visualizar apenas sob condições específicas? Essas não são burocracias complicadas, mas operações básicas para minimizar o risco.
As blockchains tradicionais frequentemente enfrentam um dilema — para garantir transparência, expõem todos os dados de uma só vez, resultando em um sistema de permissões que se resume a "quem tem a chave privada sabe tudo, quem não tem, nada". As instituições olham para essa lógica e balançam a cabeça: como encaixar meus processos operacionais? Como proteger a privacidade dos dados?
Essa é exatamente a direção que algumas novas blockchains estão explorando. Elas colocam a privacidade como uma fronteira padrão, ao mesmo tempo reservando canais necessários para auditoria e verificação. A divisão de permissões passa a ser uma regra implementável, e não algo baseado em relações pessoais ou promessas verbais.
Para as instituições, o que isso significa? Significa que as finanças na cadeia finalmente podem operar como o sistema financeiro tradicional: o poder pode ser disperso, as operações podem deixar rastros, as contas podem ser auditadas, mas sem precisar expor todas as informações confidenciais a estranhos. Essa é a verdadeira entrada para aplicações institucionais na blockchain.