Hoje quero falar de algo diferente — não aqueles projetos na crista da onda, mas uma direção que parece monótona, mas que realmente está a fazer acontecer: como transferir com segurança os valores do mundo real para a blockchain.
Para ser honesto, este tema tem sido discutido há vários anos, mas a maioria das abordagens são apenas promessas vazias. Criar um token é muito fácil, basta clicar num botão. Mas as questões difíceis, como conformidade legal, custódia de ativos, liquidação e compensação, e sistemas de auditoria, são o que realmente determinam se um projeto vale a pena. Recentemente, observei alguns movimentos de certos projetos nesta área e acho que algumas ideias finalmente estão a ganhar forma.
Vamos começar com a realidade mais dura: por que os fundos institucionais continuam relutantes em colocar ativos na blockchain? Resumo em três pontos — conformidade legal, proteção de privacidade e fiabilidade na custódia. Se qualquer uma dessas etapas falhar, o dinheiro das instituições não entra. Atualmente, a maioria das blockchains públicas oferece boa liquidez e compatibilidade, mas quando se trata de "como satisfazer os requisitos de conformidade e proteger segredos comerciais", muitas vezes ficam sem resposta. As blockchains privadas podem resolver a conformidade, mas têm ecossistemas isolados e liquidez fragmentada, o que limita bastante os resultados.
Essa é a razão pela qual a abordagem de alguns projetos consegue chamar minha atenção — eles não se limitam a focar apenas na tecnologia, mas tratam o processo de conformidade como um produto a ser aprimorado. O mais importante é a colaboração profunda com uma bolsa regulada. Não subestime esse passo: essa bolsa possui uma licença regulatória real, atende investidores legítimos, não é uma parceria de fachada. Levar valores mobiliários conformes para a blockchain através de processos padrão é, na essência, digitalizar e automatizar os processos de negócios de uma bolsa tradicional, ao mesmo tempo que aproveita as vantagens de privacidade e auditoria na cadeia. Se essa etapa for bem-sucedida, não será apenas um experimento técnico, mas uma mudança real na estrutura do mercado.
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MoonMathMagic
· 23h atrás
A questão das licenças de conformidade é realmente um obstáculo, depois de ver tantos projetos fracassarem por aqui.
O dinheiro das instituições não entra porque ninguém se atreve a realmente usar as três armas principais; há muitas parcerias apenas no papel.
Finalmente, alguém não apenas elogia a tecnologia, mas também trabalha o processo como se fosse um produto. Essa abordagem, eu admiro.
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CryptoPhoenix
· 23h atrás
Ai, finalmente alguém explicou claramente essa questão, conformidade é realmente a verdadeira barreira de proteção
O mercado em baixa me ensina a ser prudente, agora ao avaliar projetos há um único critério — se já tiveram contato real com os órgãos reguladores
Esse fluxo de fundos institucionais vai chegar cedo ou tarde, na faixa de fundo é preciso identificar quem realmente trabalha
O dinheiro institucional não engana, ele só confia em conformidade e custódia, quando essa parte estiver consolidada, nossas oportunidades virão
Falando nisso, essa é a mentalidade necessária para atravessar ciclos — não apostar em conceitos, focar se os processos reais podem ser implementados
Caramba, isto é que é trabalho de verdade, não aquelas coisas de shitcoin que eles ficam a encher o saco todos os dias
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SneakyFlashloan
· 23h atrás
Caminhos confiáveis e regulamentados finalmente estão sendo levados a sério, isso é de verdade. Aqueles que só sabem cunhar tokens já deveriam ceder o lugar.
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SchroedingerGas
· 23h atrás
A conformidade é realmente o ponto mais difícil, todos estão a falar de valores mobiliários na blockchain, mas poucos conseguem realmente resolver toda a questão legal.
Hoje quero falar de algo diferente — não aqueles projetos na crista da onda, mas uma direção que parece monótona, mas que realmente está a fazer acontecer: como transferir com segurança os valores do mundo real para a blockchain.
Para ser honesto, este tema tem sido discutido há vários anos, mas a maioria das abordagens são apenas promessas vazias. Criar um token é muito fácil, basta clicar num botão. Mas as questões difíceis, como conformidade legal, custódia de ativos, liquidação e compensação, e sistemas de auditoria, são o que realmente determinam se um projeto vale a pena. Recentemente, observei alguns movimentos de certos projetos nesta área e acho que algumas ideias finalmente estão a ganhar forma.
Vamos começar com a realidade mais dura: por que os fundos institucionais continuam relutantes em colocar ativos na blockchain? Resumo em três pontos — conformidade legal, proteção de privacidade e fiabilidade na custódia. Se qualquer uma dessas etapas falhar, o dinheiro das instituições não entra. Atualmente, a maioria das blockchains públicas oferece boa liquidez e compatibilidade, mas quando se trata de "como satisfazer os requisitos de conformidade e proteger segredos comerciais", muitas vezes ficam sem resposta. As blockchains privadas podem resolver a conformidade, mas têm ecossistemas isolados e liquidez fragmentada, o que limita bastante os resultados.
Essa é a razão pela qual a abordagem de alguns projetos consegue chamar minha atenção — eles não se limitam a focar apenas na tecnologia, mas tratam o processo de conformidade como um produto a ser aprimorado. O mais importante é a colaboração profunda com uma bolsa regulada. Não subestime esse passo: essa bolsa possui uma licença regulatória real, atende investidores legítimos, não é uma parceria de fachada. Levar valores mobiliários conformes para a blockchain através de processos padrão é, na essência, digitalizar e automatizar os processos de negócios de uma bolsa tradicional, ao mesmo tempo que aproveita as vantagens de privacidade e auditoria na cadeia. Se essa etapa for bem-sucedida, não será apenas um experimento técnico, mas uma mudança real na estrutura do mercado.