A minha última jogada: fazer uma posição vendida numa possível operação militar dos EUA contra o Irão até 31 de janeiro numa plataforma de previsão.
Aqui está a tese: Trump tinha as opções militares na mesa, mas decidiu finalmente não escalar. Vários fatores estão a resistir fortemente a este cenário. Primeiro, os aliados regionais no Golfo estão a fazer barulho — estão genuinamente preocupados com ataques de retaliação às suas bases e infraestruturas energéticas. Segundo, avaliações de inteligência sugerem que ataques limitados não irão alcançar os objetivos estratégicos; não irão desestabilizar o regime nem alterar significativamente a situação mais ampla.
Portanto, a aposta é simples: cabeças mais sensatas prevalecem. A administração pondera os riscos negativos — económicos, militares, diplomáticos — e opta pela contenção em vez de ação. É uma decisão baseada na lógica de desescalada, prevalecendo sobre o ímpeto militar.
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NFTBlackHole
· 4h atrás
Hmm... Essa lógica eu aposto que os EUA não vão realmente agir
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LazyDevMiner
· 11h atrás
Hmm... esta lógica consegue aguentar? Os amigos de湾 realmente têm medo assim?
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ImpermanentPhilosopher
· 11h atrás
Hmm... Trump vai resistir em não atacar? Que coragem, e se o grupo militar e os falcões voltarem a se agitar?
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MEVEye
· 11h atrás
嗯...又在赌政治风险?这逻辑怎么就这么敢,真格的?
老哥这盘子压得有点狠啊,但中东那摊子事儿真的能按脚本走吗...
赌de-escalation?兄弟你太看得起理性了哈哈
不过话说回来,盟国那边真的会老老实实坐以待毙吗...
Essa coisa tem um risco um pouco alto, e se o mercado de previsão também for manipulado?
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EntryPositionAnalyst
· 11h atrás
Hum... jogos de azar, na verdade, são uma questão de adivinhação sobre a mentalidade de figuras políticas, no final das contas, tudo se resume a quem consegue suportar mais.
A minha última jogada: fazer uma posição vendida numa possível operação militar dos EUA contra o Irão até 31 de janeiro numa plataforma de previsão.
Aqui está a tese: Trump tinha as opções militares na mesa, mas decidiu finalmente não escalar. Vários fatores estão a resistir fortemente a este cenário. Primeiro, os aliados regionais no Golfo estão a fazer barulho — estão genuinamente preocupados com ataques de retaliação às suas bases e infraestruturas energéticas. Segundo, avaliações de inteligência sugerem que ataques limitados não irão alcançar os objetivos estratégicos; não irão desestabilizar o regime nem alterar significativamente a situação mais ampla.
Portanto, a aposta é simples: cabeças mais sensatas prevalecem. A administração pondera os riscos negativos — económicos, militares, diplomáticos — e opta pela contenção em vez de ação. É uma decisão baseada na lógica de desescalada, prevalecendo sobre o ímpeto militar.