Falando de $WAL$, esta é a nova iniciativa da Mysten Labs — ou seja, aqueles veteranos que já trabalharam na Meta como engenheiros principais, agora aplicando a expertise do ecossistema Sui na área de armazenamento.
Este setor de armazenamento já vinha sendo explorado por outros, mas infraestrutura capaz de armazenar TBs de dados de forma eficiente é bastante rara. O Walrus trilha um caminho completamente diferente — abandonou o antigo método de backup redundante completo, que era pesado e ineficiente, e adotou a tecnologia de codificação de erro bidimensional RedStuff.
O princípio dessa tecnologia é basicamente dividir grandes arquivos em pedaços, dispersá-los e distribuí-los por nós de armazenamento ao redor do mundo. Em vez de ser apenas um armazém, é como um super HD que nunca fica offline. Mesmo que a rede sofra uma falha catastrófica e reste apenas uma pequena parte dos nós ativos, enquanto a proporção de fragmentos de dados for suficiente, o conteúdo original pode ser reconstruído em minutos, com velocidade de recuperação em nível de milissegundos.
No aspecto de custos, essa é a parte mais importante. Os métodos tradicionais de armazenamento duplicam os dados várias centenas de vezes, consumindo excessivamente a vida útil dos discos e a largura de banda da rede. O Walrus consegue garantir o mesmo nível de segurança com menos de 5 vezes de redundância — esse aumento de eficiência dá ao armazenamento descentralizado uma arma competitiva contra os serviços de nuvem tradicionais.
O mais impressionante é sua integração nativa com o Sui. Nesse ecossistema, os dados deixam de ser arquivos mortos no disco e passam a ser ativos que podem ser acessados diretamente por contratos inteligentes. Essa programmabilidade abre possibilidades totalmente novas.
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MemeKingNFT
· 4h atrás
Falando sério, desta vez vejo potencial no caminho da Mysten Labs. Não é aquele tipo de história teórica — a equipa que veio do Meta compreendeu bem a essência da engenharia, e o método de codificação de correção de erros já foi testado na armazenamento em nuvem tradicional, agora levado para a blockchain de forma ainda mais agressiva.
Redundância de cinco vezes para eliminar centenas de vezes de cópias? Com esta redução de custos, o armazenamento descentralizado finalmente tem uma oportunidade de competir com a AWS. Isto não é uma votação emocional, são contas económicas concretas.
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ShibaOnTheRun
· 6h atrás
O código de correção de erros Redbird é realmente impressionante, finalmente alguém fez o armazenamento parecer algo decente.
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BearMarketBarber
· 6h atrás
Caramba, esta arquitetura técnica é realmente incrível, uma redundância de 5 vezes elimina centenas de vezes, o pessoal da Mysten realmente entendeu como jogar.
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rekt_but_vibing
· 6h atrás
O código de tijolos vermelhos é realmente incrível, finalmente alguém entendeu bem o armazenamento.
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DegenApeSurfer
· 6h atrás
Porra, este esquema de código de correção de erros é realmente incrível, 5 vezes de redundância eliminam centenas de vezes mais trabalho... A ecologia Sui agora tem algo de valor.
Falando de $WAL$, esta é a nova iniciativa da Mysten Labs — ou seja, aqueles veteranos que já trabalharam na Meta como engenheiros principais, agora aplicando a expertise do ecossistema Sui na área de armazenamento.
Este setor de armazenamento já vinha sendo explorado por outros, mas infraestrutura capaz de armazenar TBs de dados de forma eficiente é bastante rara. O Walrus trilha um caminho completamente diferente — abandonou o antigo método de backup redundante completo, que era pesado e ineficiente, e adotou a tecnologia de codificação de erro bidimensional RedStuff.
O princípio dessa tecnologia é basicamente dividir grandes arquivos em pedaços, dispersá-los e distribuí-los por nós de armazenamento ao redor do mundo. Em vez de ser apenas um armazém, é como um super HD que nunca fica offline. Mesmo que a rede sofra uma falha catastrófica e reste apenas uma pequena parte dos nós ativos, enquanto a proporção de fragmentos de dados for suficiente, o conteúdo original pode ser reconstruído em minutos, com velocidade de recuperação em nível de milissegundos.
No aspecto de custos, essa é a parte mais importante. Os métodos tradicionais de armazenamento duplicam os dados várias centenas de vezes, consumindo excessivamente a vida útil dos discos e a largura de banda da rede. O Walrus consegue garantir o mesmo nível de segurança com menos de 5 vezes de redundância — esse aumento de eficiência dá ao armazenamento descentralizado uma arma competitiva contra os serviços de nuvem tradicionais.
O mais impressionante é sua integração nativa com o Sui. Nesse ecossistema, os dados deixam de ser arquivos mortos no disco e passam a ser ativos que podem ser acessados diretamente por contratos inteligentes. Essa programmabilidade abre possibilidades totalmente novas.