No mundo dos investimentos e finanças, ouvimos frequentemente "esforçar-se mais", "ser mais proativo" e "ganhar mais". Os investidores aumentam continuamente a alavancagem, assumem riscos mais elevados, até que o mercado colapse; os profissionais buscam promoções e aumentos de salário, mas acabam descobrindo que a saúde e a família já estão gravemente afetadas.
Isso nos leva a refletir sobre uma questão: o objetivo final da gestão financeira é realmente "quanto mais, melhor"?
Na verdade, a palavra mais importante no mundo do dinheiro não é "taxa de retorno", mas sim — "suficiente (Enough)".
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Perseguir mais ou aprender a satisfazer-se?
No mundo dos investimentos e finanças, ouvimos frequentemente "esforçar-se mais", "ser mais proativo" e "ganhar mais". Os investidores aumentam continuamente a alavancagem, assumem riscos mais elevados, até que o mercado colapse; os profissionais buscam promoções e aumentos de salário, mas acabam descobrindo que a saúde e a família já estão gravemente afetadas.
Isso nos leva a refletir sobre uma questão: o objetivo final da gestão financeira é realmente "quanto mais, melhor"?
Na verdade, a palavra mais importante no mundo do dinheiro não é "taxa de retorno", mas sim — "suficiente (Enough)".