O mercado financeiro global está a passar por uma mudança significativa — suspense na troca de liderança do Federal Reserve, aumento de tarifas nos EUA, reprecificação de ativos de grande categoria, três forças convergindo, e uma revisão completa da lógica de investimento.
Primeiro, olhemos para o Federal Reserve. Powell deixará o cargo em maio, e quatro candidatos têm opiniões distintas. Isto não é apenas um divisor de águas na política monetária, mas também influencia diretamente o futuro do dólar. O dólar já está a mostrar sinais de fraqueza, tendo desvalorizado 9% nos últimos 12 meses. Se a independência do Fed for ainda mais comprometida, o papel de reserva de moeda poderá estar em risco.
Entre os candidatos, se um candidato mais radical vencer, a tendência de corte de juros pode acelerar, levando a uma forte desvalorização do dólar; um candidato mais moderado significaria uma desvalorização gradual; há também quem proponha uma combinação de "corte de juros + redução de ativos", e o mercado ainda está a ponderar como isso será implementado. De qualquer forma, a probabilidade de o dólar enfraquecer é alta.
Nos EUA, as tarifas também não param. Tarifas adicionais de 10% para empresas europeias, decisões da Suprema Corte ainda pendentes, a nuvem de uma guerra comercial torna-se mais densa. Essa incerteza, somada à pressão de desvalorização do dólar, faz com que a alocação de ativos globais fique em impasse.
Por outro lado, o ouro tornou-se o grande vencedor desta mudança. O vácuo na política do Fed, o enfraquecimento do dólar, e as compras concentradas pelos bancos centrais — com esses três fatores, o preço do ouro atingiu recordes consecutivos. O Goldman Sachs já anunciou uma meta de 4900 dólares. Isso não é uma especulação vazia, mas fundamentada em lógica concreta.
Mudando para o mercado doméstico. Após o índice Shanghai A-Share ultrapassar os 4000 pontos, o clima mudou. A Comissão de Valores Mobiliários começou a enfatizar "evitar grandes oscilações", as ações de IA e de conceitos de exploração espacial comercial, que estavam em alta, começaram a recuar, as ações de pequena capitalização estão fora de controle, e o potencial para grandes ações ainda depende da alocação.
O equilíbrio entre crescimento e valor está cada vez mais extremo, apostar de forma unilateral é arriscado. Talvez seja melhor considerar uma alocação equilibrada ou operar de forma contrária — aproveitando o momento em que todos desacreditam em ações de valor, e discretamente posicionar-se naquelas que foram negligenciadas.
Então, a questão é: qual será a principal estratégia de investimento para 2026? Seguir a tendência do ouro, aproveitar a baixa de ativos dolarizados que estão sendo pressionados, ou manter uma abordagem equilibrada na A-Share? Cada escolha tem sua lógica, mas o balanço entre risco e retorno, no final, cabe a você decidir.
Compartilhe na seção de comentários como você planeja aproveitar as oportunidades entre essas três variáveis interligadas.
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O mercado financeiro global está a passar por uma mudança significativa — suspense na troca de liderança do Federal Reserve, aumento de tarifas nos EUA, reprecificação de ativos de grande categoria, três forças convergindo, e uma revisão completa da lógica de investimento.
Primeiro, olhemos para o Federal Reserve. Powell deixará o cargo em maio, e quatro candidatos têm opiniões distintas. Isto não é apenas um divisor de águas na política monetária, mas também influencia diretamente o futuro do dólar. O dólar já está a mostrar sinais de fraqueza, tendo desvalorizado 9% nos últimos 12 meses. Se a independência do Fed for ainda mais comprometida, o papel de reserva de moeda poderá estar em risco.
Entre os candidatos, se um candidato mais radical vencer, a tendência de corte de juros pode acelerar, levando a uma forte desvalorização do dólar; um candidato mais moderado significaria uma desvalorização gradual; há também quem proponha uma combinação de "corte de juros + redução de ativos", e o mercado ainda está a ponderar como isso será implementado. De qualquer forma, a probabilidade de o dólar enfraquecer é alta.
Nos EUA, as tarifas também não param. Tarifas adicionais de 10% para empresas europeias, decisões da Suprema Corte ainda pendentes, a nuvem de uma guerra comercial torna-se mais densa. Essa incerteza, somada à pressão de desvalorização do dólar, faz com que a alocação de ativos globais fique em impasse.
Por outro lado, o ouro tornou-se o grande vencedor desta mudança. O vácuo na política do Fed, o enfraquecimento do dólar, e as compras concentradas pelos bancos centrais — com esses três fatores, o preço do ouro atingiu recordes consecutivos. O Goldman Sachs já anunciou uma meta de 4900 dólares. Isso não é uma especulação vazia, mas fundamentada em lógica concreta.
Mudando para o mercado doméstico. Após o índice Shanghai A-Share ultrapassar os 4000 pontos, o clima mudou. A Comissão de Valores Mobiliários começou a enfatizar "evitar grandes oscilações", as ações de IA e de conceitos de exploração espacial comercial, que estavam em alta, começaram a recuar, as ações de pequena capitalização estão fora de controle, e o potencial para grandes ações ainda depende da alocação.
O equilíbrio entre crescimento e valor está cada vez mais extremo, apostar de forma unilateral é arriscado. Talvez seja melhor considerar uma alocação equilibrada ou operar de forma contrária — aproveitando o momento em que todos desacreditam em ações de valor, e discretamente posicionar-se naquelas que foram negligenciadas.
Então, a questão é: qual será a principal estratégia de investimento para 2026? Seguir a tendência do ouro, aproveitar a baixa de ativos dolarizados que estão sendo pressionados, ou manter uma abordagem equilibrada na A-Share? Cada escolha tem sua lógica, mas o balanço entre risco e retorno, no final, cabe a você decidir.
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