Fonte: CritpoTendência
Título Original: PlanB põe fim ao debate: por que combinar ouro e Bitcoin melhora o perfil risco-retorno
Link Original: https://criptotendencia.com/2026/01/20/planb-pone-fin-al-debate-por-que-combinar-oro-y-bitcoin-mejora-el-perfil-riesgo-retorno/
O confronto histórico entre defensores do ouro e entusiastas do Bitcoin volta a ficar em segundo plano. Numa análise recente, o PlanB sustenta que ambos os ativos não competem entre si, mas que jogam na mesma equipa numa perspetiva macroeconómica e de gestão de risco.
Investidores em ouro e bitcoin adoram discutir quem é mais inteligente. Mas ouro e bitcoin estão na mesma equipa e o perfil risco/retorno (calmar) é quase idêntico. Melhor investimento é uma combinação de ouro E bitcoin. Por exemplo, 80% ouro + 20% bitcoin tem MENOS risco e 2x MAIS retorno do que ouro.
A proposta é clara: quando se analisam dados históricos de 2017 até janeiro de 2026, o retorno ajustado ao risco de uma carteira que combine ouro e Bitcoin resulta superior ao de qualquer exposição individual.
Retornos históricos segundo a análise do PlanB
De acordo com os números partilhados pelo PlanB, o ouro passou de $1.250 em abril de 2017 para perto de $4.700 em janeiro de 2026, o que implica um retorno geométrico anual aproximado de 16%. Bitcoin, nesse mesmo período, avançou de $1.250 até cerca de $90.000, com um retorno geométrico anual próximo de 61%.
A diferença de desempenho é evidente, mas também o é o custo em termos de volatilidade.
Risco e drawdowns: o ponto crítico
A análise destaca que o drawdown máximo do ouro manteve-se em torno de 22%, confirmando o seu papel como ativo defensivo. Bitcoin, por outro lado, experimentou quedas máximas próximas de 84%, um nível de risco difícil de assumir para muitos perfis de investimento.
Aqui surge o eixo central do estudo do PlanB: a eficiência não se mede apenas pelo retorno, mas pela relação entre retorno e risco.
A carteira: 80% ouro e 20% Bitcoin
Segundo o modelo apresentado, uma alocação de 80% ouro e 20% Bitcoin gera um resultado notável:
Retorno geométrico anual próximo de 30%.
Drawdown máximo estimado em torno de 18%, inferior até ao do ouro.
Ratio Calmar aproximado de 172%, muito acima dos 72% observados tanto no ouro como no Bitcoin separadamente.
Para o PlanB, este ponto é fundamental: a combinação não só duplica o retorno do ouro, como também reduz o risco máximo assumido.
Uma abordagem macro, não ideológica
A análise sublinha que ouro e Bitcoin cumprem funções semelhantes face à expansão monetária, ao deterioro fiscal e à perda de poder de compra das moedas fiat. O ouro aporta estabilidade histórica; Bitcoin introduz convexidade e assimetria positiva.
Numa perspetiva, a discussão sobre qual ativo é melhor perde sentido. O que importa é como interagem dentro de uma carteira bem estruturada.
Leitura chave para 2026
A conclusão do PlanB é direta: a diversificação entre ouro e Bitcoin oferece um perfil risco-retorno mais eficiente do que qualquer um dos dois separadamente.
Num cenário macro incerto, a combinação surge como uma estratégia racional baseada em dados, não em crenças.
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PlanB põe fim ao debate: por que combinar ouro e Bitcoin melhora o perfil risco-retorno
Fonte: CritpoTendência Título Original: PlanB põe fim ao debate: por que combinar ouro e Bitcoin melhora o perfil risco-retorno Link Original: https://criptotendencia.com/2026/01/20/planb-pone-fin-al-debate-por-que-combinar-oro-y-bitcoin-mejora-el-perfil-riesgo-retorno/ O confronto histórico entre defensores do ouro e entusiastas do Bitcoin volta a ficar em segundo plano. Numa análise recente, o PlanB sustenta que ambos os ativos não competem entre si, mas que jogam na mesma equipa numa perspetiva macroeconómica e de gestão de risco.
A proposta é clara: quando se analisam dados históricos de 2017 até janeiro de 2026, o retorno ajustado ao risco de uma carteira que combine ouro e Bitcoin resulta superior ao de qualquer exposição individual.
Retornos históricos segundo a análise do PlanB
De acordo com os números partilhados pelo PlanB, o ouro passou de $1.250 em abril de 2017 para perto de $4.700 em janeiro de 2026, o que implica um retorno geométrico anual aproximado de 16%. Bitcoin, nesse mesmo período, avançou de $1.250 até cerca de $90.000, com um retorno geométrico anual próximo de 61%.
A diferença de desempenho é evidente, mas também o é o custo em termos de volatilidade.
Risco e drawdowns: o ponto crítico
A análise destaca que o drawdown máximo do ouro manteve-se em torno de 22%, confirmando o seu papel como ativo defensivo. Bitcoin, por outro lado, experimentou quedas máximas próximas de 84%, um nível de risco difícil de assumir para muitos perfis de investimento.
Aqui surge o eixo central do estudo do PlanB: a eficiência não se mede apenas pelo retorno, mas pela relação entre retorno e risco.
A carteira: 80% ouro e 20% Bitcoin
Segundo o modelo apresentado, uma alocação de 80% ouro e 20% Bitcoin gera um resultado notável:
Para o PlanB, este ponto é fundamental: a combinação não só duplica o retorno do ouro, como também reduz o risco máximo assumido.
Uma abordagem macro, não ideológica
A análise sublinha que ouro e Bitcoin cumprem funções semelhantes face à expansão monetária, ao deterioro fiscal e à perda de poder de compra das moedas fiat. O ouro aporta estabilidade histórica; Bitcoin introduz convexidade e assimetria positiva.
Numa perspetiva, a discussão sobre qual ativo é melhor perde sentido. O que importa é como interagem dentro de uma carteira bem estruturada.
Leitura chave para 2026
A conclusão do PlanB é direta: a diversificação entre ouro e Bitcoin oferece um perfil risco-retorno mais eficiente do que qualquer um dos dois separadamente.
Num cenário macro incerto, a combinação surge como uma estratégia racional baseada em dados, não em crenças.