Uma passagem muito esclarecedora: ​“A vida é como um dumpling; quer seja por alguém puxá-lo para a água ou por si próprio saltar para dentro, sem passar por uma água turva, nunca se amadurece.” O amadurecimento nunca é um percurso tranquilo dentro de uma estufa, mas sim a sedimentação após se arrastar e lutar na “água turva”. Aqui, a água turva não é provocada intencionalmente por conflitos, mas sim os desafios inevitáveis da vida, o trabalho extra que surge ao entrar no mercado de trabalho, os mal-entendidos e atritos ao conviver com os outros, as dúvidas e obstáculos ao tentar realizar algo. Assim como os dumplings precisam ser cozidos até ficarem bem cozidos para ficarem saborosos, as pessoas também precisam passar por essas águas turvas para perder a imaturidade e realmente crescer. Ninguém consegue se esconder na água limpa para sempre. Durante a época de estudante, achamos que tudo é organizado pelos professores e garantido pelos pais, mas ao entrar na sociedade percebemos que nem toda dedicação tem retorno, nem toda boa intenção é compreendida. Como o vizinho Xiao Yu, que, ao começar a trabalhar, sempre quis evitar ofender os outros. Quando colegas lhe entregaram projetos difíceis, ele aceitou silenciosamente. Quando o cliente fez pedidos irracionais, ele não ousou contestar, e no final, o projeto deu errado e ele teve que assumir a culpa. Essa experiência de ser puxado para a água turva foi a primeira vez que ele provou o sabor da água turva — sentindo-se injustiçado e insatisfeito, mas também entendendo que ceder demais não traz respeito. O que deve ser conquistado, deve ser conquistado; o que deve ser rejeitado, deve ser rejeitado. Depois de enfrentar situações semelhantes, ele deixou de seguir cegamente, aprendendo a comunicar-se com argumentos sólidos, não só protegendo seus limites, mas também ganhando o reconhecimento dos colegas. Algumas pessoas, por outro lado, entram na água turva de forma proativa. Como a prima que, para realizar seu sonho de empreender, abandonou um emprego estável e mergulhou num campo totalmente desconhecido. No começo, sem experiência, problemas com fornecedores, perda de clientes, falta de fundos — cada passo foi uma batalha. Durante aquele período, ela passava os dias resolvendo problemas diversos, muitas vezes ficando acordada até de madrugada. Os amigos diziam que ela se punha a si mesma. Mas foi justamente essa experiência de mergulhar de cabeça na água turva que a ensinou a analisar o mercado, a conectar recursos e a resolver crises. Sua impulsividade deu lugar a uma postura mais calma e competente. Agora, sua pequena loja está a ganhar ritmo, e ao falar sobre a sua decisão inicial, ela sorri e diz: “Se não tivesse tido coragem de dar esse passo, nunca saberia que conseguia aguentar tanta coisa.” Mas muitas pessoas têm medo de mergulhar na água turva, sempre pensando em evitar problemas e viver com segurança. Como alguns jovens que só procuram empregos fáceis e estáveis, e ao encontrar dificuldades, pedem demissão; que evitam conflitos ao conviver com os outros, sempre seguindo a vontade dos outros, sem opinião própria. Quanto mais evitam, mais difícil é amadurecer, como dumplings crus, sempre duros e com sabor a farinha crua. As águas turvas que não se enfrentam não desaparecem do nada, pelo contrário, podem aparecer de formas ainda mais complicadas no futuro; as dores não experimentadas não se transformam automaticamente em experiência, e podem deixar-nos perdidos diante de verdadeiros desafios. Na verdade, a água turva não é inimiga do crescimento, mas sim um catalisador para o amadurecimento. Quando somos puxados para dentro dela, aprendemos a lidar com injustiças e a manter nossos limites; quando mergulhamos de forma proativa, aprendemos a superar a nós mesmos e a assumir responsabilidades. Como os dumplings que, ao ferverem, perdem a fragilidade da casca e ficam firmes e saborosos; as pessoas que se fortalecem na água turva, perdem a imaturidade interior e tornam-se mais confiantes e fortes. Cada resolução de problema é uma melhoria de capacidade; cada resolução de conflito é um crescimento de mentalidade. Essas experiências acumuladas na água turva, no final, tornam-se a nossa confiança para enfrentar a vida. Portanto, não tenha mais medo de mergulhar na água turva. Quando a vida te puxar para dentro, não se queixe, tente resolver o problema. Quando quiser fazer algo, não hesite, mergulhe com coragem. Talvez o processo seja difícil, haja frustrações, erros pelo caminho, mas são essas experiências que nos transformam de uma massa crua em um dumpling maduro. Saiba que, de verdade, o amadurecimento nunca é evitar toda a água turva, mas sim passar por ela e ainda assim manter a coragem de seguir em frente, vivendo a vida com sabor e plenitude.

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