Já pensou que, na verdade, os bancos não têm assim tanto dinheiro? Na realidade, quase todos os grandes bancos estão à beira da falência técnica. Santander, Deutsche Bank, Royal Bank of Scotland, sem exceções. Por que isso acontece? Não é uma calamidade natural, nem um acidente. A origem está num sistema chamado “sistema de reservas fracionárias”. Este sistema permite que os bancos emprestem os seus depósitos de 100 euros, até 900 euros ou mais. Podem conceder empréstimos com dinheiro que nem sequer existe. Isto é uma fraude que dura há muito tempo, mas foi legalizada. Quem está por trás? O sistema político e os bancos centrais. Eles usam um nome bonito, “quantitative easing”, para esconder a sua verdadeira natureza. Em suma, é impressão de dinheiro, é falsificação de moeda. Se uma pessoa comum fizesse isso, seria condenada por crime grave. Mas o governo e os bancos centrais podem fazer isso impunemente todos os dias. Os bancos centrais ainda manipulam artificialmente as taxas de juros, distorcendo o custo real do dinheiro. Manipulam a taxa de juros mais importante, ao mesmo tempo que acusam os bancos comerciais de manipular o LIBOR. Não é absurdo? Uma questão mais profunda é que nos dizem que existe “seguro de depósitos”. O que é isso? Significa que, quando um banco falir por causa da sua incompetência ou fraude, quem acaba pagando é o contribuinte. O teu dinheiro é usado para preencher os buracos deles. Isto, na essência, é uma transferência de riqueza do contribuinte para o banqueiro. Um sistema que privatiza os lucros, mas socializa os riscos e perdas. É justo?
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Já pensou que, na verdade, os bancos não têm assim tanto dinheiro? Na realidade, quase todos os grandes bancos estão à beira da falência técnica. Santander, Deutsche Bank, Royal Bank of Scotland, sem exceções. Por que isso acontece? Não é uma calamidade natural, nem um acidente. A origem está num sistema chamado “sistema de reservas fracionárias”. Este sistema permite que os bancos emprestem os seus depósitos de 100 euros, até 900 euros ou mais. Podem conceder empréstimos com dinheiro que nem sequer existe. Isto é uma fraude que dura há muito tempo, mas foi legalizada. Quem está por trás? O sistema político e os bancos centrais. Eles usam um nome bonito, “quantitative easing”, para esconder a sua verdadeira natureza. Em suma, é impressão de dinheiro, é falsificação de moeda. Se uma pessoa comum fizesse isso, seria condenada por crime grave. Mas o governo e os bancos centrais podem fazer isso impunemente todos os dias. Os bancos centrais ainda manipulam artificialmente as taxas de juros, distorcendo o custo real do dinheiro. Manipulam a taxa de juros mais importante, ao mesmo tempo que acusam os bancos comerciais de manipular o LIBOR. Não é absurdo? Uma questão mais profunda é que nos dizem que existe “seguro de depósitos”. O que é isso? Significa que, quando um banco falir por causa da sua incompetência ou fraude, quem acaba pagando é o contribuinte. O teu dinheiro é usado para preencher os buracos deles. Isto, na essência, é uma transferência de riqueza do contribuinte para o banqueiro. Um sistema que privatiza os lucros, mas socializa os riscos e perdas. É justo?