Desde 2026, o valor de mercado das criptomoedas evaporou mais de 1 trilhão de dólares, o Bitcoin registou uma retração de nível histórico, e as moedas principais enfrentaram pressão generalizada. Mas nesta rodada de “queda brutal”, um grupo de altcoins com cenários de aplicação reais e lógica de fluxo de caixa começou a mostrar um movimento independente, sendo Monero (XMR), BNB, Sui (SUI), Avalanche (AVAX) e Chainlink (LINK) os “rebeldes” do mercado.
Dados indicam que a queda do Bitcoin nos últimos 7 dias ultrapassou 98,9% dos ciclos semelhantes na história, com o preço oscilando perto de 70.800 dólares; o Ethereum recuou para 2.096 dólares, ainda claramente abaixo do sentimento do mercado; Solana, após cair abaixo do nível psicológico de 100 dólares, permanece em fase de recuperação. A pressão sistêmica sobre as moedas principais fez com que os fundos reavaliassem o valor de defesa de ativos “práticos”.
Neste contexto, o Monero, devido às suas características de privacidade, pagamento e resistência à censura, tornou-se uma das poucas moedas de grande capitalização a registrar retorno positivo em fevereiro. Apesar de uma correção de cerca de 12% no último mês, o desempenho anualizado ainda se aproxima de 26%, superando BTC e ETH em estabilidade de retorno. SUI e AVAX, por sua vez, com suas blockchains de alta capacidade e expansão do ecossistema de desenvolvedores, aparecem frequentemente nas listas de “altcoins de destaque do mês”. LINK também se destacou, pois sua rede de oráculos continua sendo uma infraestrutura fundamental para DeFi e protocolos cross-chain, com demanda por dados em crescimento contínuo.
Especialistas acreditam que, quando o mercado entra em fase de desleveraging e busca de proteção, tokens com modelos de receita próprios e cenários de uso a longo prazo tendem a “desacoplar-se” do Bitcoin. Custos de privacidade, taxas de rede e demanda por assinaturas de dados estão se tornando indicadores importantes na nova rodada de seleção de fundos.
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2026 Crise das criptomoedas: os "revolucionários" XMR, SUI, AVAX, LINK descolam-se do mercado e superam o índice
Desde 2026, o valor de mercado das criptomoedas evaporou mais de 1 trilhão de dólares, o Bitcoin registou uma retração de nível histórico, e as moedas principais enfrentaram pressão generalizada. Mas nesta rodada de “queda brutal”, um grupo de altcoins com cenários de aplicação reais e lógica de fluxo de caixa começou a mostrar um movimento independente, sendo Monero (XMR), BNB, Sui (SUI), Avalanche (AVAX) e Chainlink (LINK) os “rebeldes” do mercado.
Dados indicam que a queda do Bitcoin nos últimos 7 dias ultrapassou 98,9% dos ciclos semelhantes na história, com o preço oscilando perto de 70.800 dólares; o Ethereum recuou para 2.096 dólares, ainda claramente abaixo do sentimento do mercado; Solana, após cair abaixo do nível psicológico de 100 dólares, permanece em fase de recuperação. A pressão sistêmica sobre as moedas principais fez com que os fundos reavaliassem o valor de defesa de ativos “práticos”.
Neste contexto, o Monero, devido às suas características de privacidade, pagamento e resistência à censura, tornou-se uma das poucas moedas de grande capitalização a registrar retorno positivo em fevereiro. Apesar de uma correção de cerca de 12% no último mês, o desempenho anualizado ainda se aproxima de 26%, superando BTC e ETH em estabilidade de retorno. SUI e AVAX, por sua vez, com suas blockchains de alta capacidade e expansão do ecossistema de desenvolvedores, aparecem frequentemente nas listas de “altcoins de destaque do mês”. LINK também se destacou, pois sua rede de oráculos continua sendo uma infraestrutura fundamental para DeFi e protocolos cross-chain, com demanda por dados em crescimento contínuo.
Especialistas acreditam que, quando o mercado entra em fase de desleveraging e busca de proteção, tokens com modelos de receita próprios e cenários de uso a longo prazo tendem a “desacoplar-se” do Bitcoin. Custos de privacidade, taxas de rede e demanda por assinaturas de dados estão se tornando indicadores importantes na nova rodada de seleção de fundos.