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Acabei de ficar a par de algo interessante que está a acontecer no espaço da mídia conservadora. Há uma crescente divisão entre as mulheres republicanas da velha guarda — pessoas como Mona Charen, Barbara Comstock e outras que costumavam estar próximas do establishment do partido — e o que está a emergir como este novo movimento 'Womanosphere' alinhado com o MAGA. O contraste é bastante evidente.
O que chamou a minha atenção foi como figuras como Riley Gaines e Allie Beth Stuckey se tornaram vozes proeminentes à direita, e estão a promover uma narrativa específica: que compaixão e empatia são, na verdade, obstáculos à agenda MAGA. Stuckey até escreveu um livro inteiro chamado 'Empatia Tóxica' defendendo esse argumento. E estão a aplicar essa perspetiva à forma como veem a aplicação da lei do ICE e a política de imigração — basicamente dizendo que as preocupações humanitárias não devem interferir.
O The Guardian publicou um artigo sobre isso no final de janeiro, que realmente analisa como funciona esta 'Womanosphere'. São principalmente mulheres cristãs conservadoras brancas a promover o que chamam de ideias essencialistas de género, e tornaram-se bastante eficazes em mobilizar os seus seguidores em torno da mensagem de Trump. O que é interessante — e honestamente um pouco preocupante — é como lidam com a dissidência. Segundo a ex-evangélica April Ajoy, se não alinharem com cada uma das posições que promovem, correm o risco de serem ostracizadas. É uma estrutura ideológica bastante rígida.
Entretanto, as mulheres que se afastaram disto — seja alguém como Sarah Longwell, que construiu uma influência significativa como sondista e organizadora conservadora, ou outras desse grupo — já não fazem parte da conversa mainstream. A ausência delas criou basicamente espaço para que esta nova facção domine a narrativa à direita.
É uma mudança fascinante na forma como a mídia conservadora e o ativismo se estão a organizar, especialmente em torno de questões de moralidade e aplicação de políticas.